6 de mai de 2018

MAIS DINHEIRO PARA O ROMBO QUE DILMA DE LULA DEIXARAM

Congresso permite uso do seguro desemprego para saldar calote da Venezuela e Moçambique


Deputados e senadores do Brasil aprovaram ontem mais um crime de lesa-pátria e deram respaldo ao esquema de corrupção entre políticos e empreiteiros daqui e bandidos da Venezuela e Moçambique no uso indevido de dinheiro do BNDES para financiar obras lá fora. O Congresso Nacional aprovou que o governo faça um remanejamento de recursos do Seguro Desemprego para o Fundo de Garantia à Exportação, com o objetivo de cobrir o calote de R$ 1.16 bilhão dado por Venezuela e Moçambique contra o BNDES e no banco Credit Suisse.

O governo brasileiro, que era otário-fiador dos dois países amigos do Foro de São Paulo, tem o prazo fatal de pagamento até 8 de maio. A previsão era que fosse usado o recurso do FGE. O problema era que o fundo não tinha recursos. O jeitinho temerário foi apelar para o dinheiro no Seguro Desemprego. Assim, o Brasil com 14 milhões de desempregados  vai segurar o calote aplicado pelos venezuelanos e moçambicanos. A equipe econômica contou a “estorinha” de que uso da verba destinada ao seguro desemprego não prejudicaria pagamentos futuros. Os parlamentares acreditaram, claro...

Os países companheiros dos governos do PT se deram bem... Moçambicanos vão tomar um mata-bicho para comemorar a notícia... O termo se refere a um bom café da manhã... Já os venezuelanos do Maduro, mais ousados, apenas precisarão rir da cara dos brasileiros otários. O Tesouro Nacional brasileiro já sabia, previamente, que seria obrigado a bancar o previsível calote que Venezuela e Moçambique dariam nos empréstimos para cobrir gastos com serviços e obras de empresas brasileiras no exterior.

O grande culpado por tamanha sacanagem é Luiz Inácio Lula da Silva. Foi ele quem montou todo o esquema para que empreiteiras brasileiras, sobretudo a Odebrecht, fizessem obras com dinheiro emprestado pelo Brasil na Venezuela, Cuba, Angola, Moçambique e República Dominicana. O problema é que, além de “obras e serviços”, a grana do BNDES ajudou a financiar a corrupção. As delações premiadas do Marcelo Odebrecht e seus dirigentes revelam tudo, com detalhes.

Agora, o calote que teremos de cobrir é apenas a consagração da roubalheira transnacional – que também teve a participação e aval de um banco da dimensão e importância do Credit Suisse. O bacana é que “tudo foi feito dentro da lei” – sendo uma operação inteiramente honesta ou não... O projeto, agora, vai à sanção presidencial de Michel Temer. O placar da vergonha foi de 216 votos a favor, 41 contra e seis abstenções na Câmara dos Deputados. Já no Senado, a votação foi por aprovação simbólica, para nenhum senador ficar com sua imagem exposta...

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