1 de out de 2017

DOES THE PROVINCE OF ONTARIO HAS TO GO THROUGH THAT PAINFUL EXPERIENCE?

A PROVINCIA DE ONTARIO TEM QUE PASSAR POR ESSA DOLOROSA EXPERIENCIA ?

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A província de Ontário, no Canadá aprovou uma nova lei que permite ao governo retirar as crianças de famílias que se recusam a aceitar a opção dos filhos por determinada “identidade de gênero” ou “expressão de gênero”.
O que foi chamado de “Ato de Apoio a Crianças, Jovens e Famílias”, ou Lei 89/2017, acabou aprovada em votação de 63 favoráveis a 23 contrários, registra o The Christian Times.
Ele exige que os serviços de proteção a crianças, serviços de adoção e juízes levem em consideração e respeitem a “raça, ancestralidade, local de nascimento, cor, origem étnica, cidadania, diversidade familiar, deficiência, crença religiosa, sexo, orientação sexual, Identidade de gênero e expressão de gênero”.
“Eu acredito ser uma forma de abuso, quando uma criança se identifica de um jeito e um cuidador diz a ela que não, que ela precisa fazer as coisas de uma maneira diferente”, explicou Michael Coteau, ministro dos Serviços para Crianças e Famílias, que apresentou o projeto de lei.
“Se é abuso, e estiver dentro dessa definição, uma criança pode ser removida desse ambiente e colocada em um local protegido, onde o abuso não tem vez”.
O projeto de lei substitui a Lei de Serviços à Criança e à Família, ou Lei 28, que determinava até recentemente como seriam os serviços de proteção à criança, serviços de acolhimento e adoção.
A Lei 28 garantia que o pai ou mãe da criança possuía o direito de “direcionar a educação e a formação religiosa da criança”. Já a nova lei diz que isso pode ser feito “desde que siga a crença da criança ou do jovem, sua identidade comunitária e identidade cultural”.
Ou seja, não são mais os pais que determinam como a criança será criada e sim ela mesma.
Irwin Elman, advogada provincial dos direitos de crianças e jovens de Ontario, afirmou em um comunicado: “Acredito que este novo Ato, em seus princípios, representa uma mudança de paradigma para a província, mostrando seu compromisso com a participação de crianças e jovens em todas as decisões que as afetam, a criação de um sistema de serviço centrado na criança e o compromisso com o antirracismo e as escolhas das crianças”.
Jack Fonseca, estrategista político da Campaign Life Coalition, discorda e desabafou: “Com a passagem da Lei 89, adentramos em uma era de poder totalitário do Estado, algo nunca antes testemunhado no Canadá. Não se engane, a Lei 89 é uma grave ameaça para os cristãos e todas as pessoas religiosas que têm filhos ou que desejam criar uma família através da adoção”.
Em abril, um casal cristão apresentou uma ação judicial contra Hamilton Children’s Aid Society por ter retirado de sua casa duas crianças adotivas porque eles se recusaram a mentir para as meninas, dizendo que o coelhinho da Páscoa era real.
“Nós temos uma política de não mentir”, justificou Derek Baars, um dos pais adotivos, denunciando que uma pessoa que trabalhava no serviço de apoio à criança insistiu que ele e sua esposa, Frances Baars, dissessem para as meninas, de 3 e 4 anos, que o coelhinho da Páscoa era de verdade.
“Nós explicamos à agência que não estamos preparados para dizer às crianças uma mentira. Se as crianças pedissem, não mentiríamos para elas, mas nós não a levantaríamos”.
Os Baars, que são membros da Igreja Presbiteriana Reformada, perderam a guarda das crianças. O argumento da agência governamental de cuidado infantil é que o coelhinho da Páscoa era uma “parte importante da cultura canadense” e por isso os pais tinham de admitir sua existência.
Traducao feita por Tereza Thompson
The Ontario province of Canada has passed a new law allowing the government to remove children from families who refuse to accept their children's choice for a given "gender identity" or "gender expression."
What was called the "Act to Support Children, Young People and Families," or Law 89/2017, was passed in a vote of 63 favorable to 23 opposites, according to The Christian Times.
It requires that child protection services, adoption services, and judges consider and respect "race, ancestry, place of birth, color, ethnic origin, citizenship, family diversity, disability, religious belief, gender, sexual orientation, Gender Identity and Gender Expression ".
"I believe it's a form of abuse when a child identifies herself in a way and a caregiver tells her no, that she needs to do things differently," explained Michael Coteau, Minister of Children and Family Services, who presented the bill.
If it is abuse, and it is within that definition, a child can be removed from that environment and placed in a sheltered place where abuse does not take place."
The bill replaces the Law on Services to the Child and the Family, or Law 28, which until recently defined what would be child protection services, reception services, and adoption.
Law 28 asserted that the father or mother of the child had the right to "direct the education and religious formation of the child." The new law says that this can be done "as long as it follows the child's or youth's beliefs, their community identity, and cultural identity."
That is, it is no longer the parents who determine how the child will be created, but rather the child itself.
Irwin Elman, a provincial child rights lawyer for Ontario, said in a statement: "I believe that this new Act, in its principles, represents a paradigm shift for the province, showing its commitment to the participation of children and young people in all the decisions that affect them, the creation of a child-centered service system, and the commitment to antiracism and the choices of children. "
Jack Fonseca, a political strategist with the Campaign Life Coalition, disagrees and says: "With the passage of Law 89, we have entered an era of totalitarian state power, something never witnessed before in Canada. Make no mistake, Law 89 is a grave threat to Christians and all religious people who have children or who wish to raise a family through adoption. "
In April, a Christian couple filed a lawsuit against Hamilton Children's Aid Society for having taken two foster children out of their home because they refused to lie to the girls, saying that the Easter Bunny was real.
"We have a policy of not lying," said Derek Baars, one of the adoptive parents, claiming that a person working in the child support service insisted that he and his wife, Frances Baars, tell the girls, 3 and 4 years, that the Easter Bunny was real.
"We explained to the agency that we are not prepared to tell the children a lie. If the children asked, we would not lie to them, but we would not raise them. "
The Baars, who are members of the Reformed Presbyterian Church, have lost custody of the children. The government agency's argument for child care is that the Easter Bunny was an "important part of Canadian culture" and so parents had to admit its existence.

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