11 de nov de 2016

MAIS UMA PROVA PARA A FOLHA CORRIDA DE DILMA QUE NEGOCIAVA PROPINAS PESSOALMENTE

Odebrecht explode Dilma. “Ex-presidenta” negociou a propina pessoalmente



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Marcelo Odebrecht, segundo a IstoÉ, “detalhou três encontros pessoais com Dilma, todos no Palácio da Alvorada e sem registro na agenda oficial (…).
Em uma dessas ocasiões, ela negociou pessoalmente pagamentos via caixa dois para a campanha em 2014”.
Marcelo Odebrecht contou que Dilma Rousseff, além de negociar pessoalmente o dinheiro sujo para sua campanha, se comprometeu a liberar os pagamentos do BNDES para o Porto de Mariel.
Diz a IstoÉ:
“Marcelo pediu a intervenção de Dilma na liberação de repasses do BNDES para a construção do porto de Mariel, em Cuba, feito pela Odebrecht com financiamento de mais de US$ 600 milhões do banco de fomento brasileiro.
Dilma teria lhe prometido resolver o assunto em 24 horas”.
Dilma Rousseff foi citada 18 vezes pela Odebrecht como intermediária direta da propina da empreiteira para o PT.
É o que diz a IstoÉ.

Um comentário:

"Política sem medo" disse...

Num dos 300 anexos da delação da Odebrecht, considerada a mais robusta colaboração premiada do mundo, o herdeiro e ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, diz ter entregue a Lula dinheiro em espécie. Nunca uma figura pública que chegou a ocupar a presidência da República demonstrou tanta intimidade com a corrupção. Os repasses foram efetuados, em sua maioria, quando Lula não mais ocupava o Palácio do Planalto. O maior fluxo ocorreu entre 2012 e 2013. Foram milhões de reais originários do setor de Operações Estruturadas da Odebrecht – o já conhecido departamento da propina da empresa. Segundo já revelado pela Polícia Federal, aproximadamente R$ 8 milhões foram transferidos ao petista. Conforme apurou ISTOÉ junto a fontes que tiveram acesso à delação, o dinheiro repassado a Lula em espécie derivou desse montante. Os pagamentos em dinheiro vivo fazem parte do que investigadores costumam classificar de “método clássico” da prática corrupta. Em geral, é uma maneira de evitar registros de entrada, para quem recebe, e de saída, para quem paga, de dinheiro ilegal. E Lula, como se nota, nunca se recusou a participar dessas operações nada ortodoxas. O depoimento agora revelado por ISTOÉ é a prova de que, sim, o petista não só esteve presente durante as negociatas envolvendo dinheiro sujo como aceitou receber em espécie, talvez acreditando piamente na impunidade. Se os repasses representavam meras contrapartidas a “palestras”, como a defesa do ex-presidente costuma repetir como ladainha em procissão, e se havia lastro e sustentação legal, por que os pagamentos em dinheiro vivo? http://cesarweis.com/2016/11/11/lula-recebeu-8-milhoes-em-propina-da-odebrecht-em-dinheiro-vivo/