9 de jul de 2015

"LULA TEM POSTURA DE BANDIDO, E BANDIDO FROUXO! "

Em fevereiro, o senador escreveu em sua conta no Twitter uma mensagem chamando o ex-presidente de "bandido".© Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula Em fevereiro, o senador escreveu em sua conta no Twitter uma mensagem chamando o ex-presidente de "bandido".
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com um pedido de queixa-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO).
A defesa do ex-presidente pede a condenação do senador pelos crimes de "calúnia, injúria e difamação". Em fevereiro, o senador escreveu em sua conta no Twitter uma mensagem chamando o ex-presidente de "bandido". "Lula tem postura de bandido. E bandido frouxo! Igual à época que instigava metalúrgicos a protestar e ia dormir na sala do delegado Tuma", escreveu Caiado na rede social. Para a defesa, a postagem pode ser configurada como crime de calúnia e difamação. No documento, os advogados argumentam ainda que o tipo de afirmação feita por Caiado extrapola a imunidade parlamentar e configurou uma grave ofensa ao ex-presidente. Essa última afirmação foi feita para evitar que o senador alegue imunidade parlamentar para se eximir de culpabilidade pela postagem. O pedido foi protocolado nesta quarta-feira, 8, e ainda aguarda distribuição para um ministro relator. Com informações do Estadão Conteúdo.

5 comentários:

Anônimo disse...

Não é comentário sbre esse post ridícullo. Mas vaqi por aqui mesmo. É que você não aceita de jeito nenhum a palavra presidentA. Então, como sou bem legal, vou te ensinar:

Esse post é muito 2010. Aquela discussãozinha ridícula mimimi presidenta tá errado mimimi não é assim que se fala mimimi presidanta e essa porra me dá uma gastura tão grande que eu vou fazer o ÚLTIMO POST a respeito da palavra presidenta. Daqueles pra imprimir, esfregar na cara dos ignorantes e fazer eles comerem o papel. Até porque geral teve QUATRO ANOS PRA ESTUDAR, CARALHO! Então vamos lá.

Pra começo de conversa, o particípio é uma forma verbal que não recebe esse nome à toa. Ele participa de outras classes de palavras, mais especificamente substantivos e adjetivos. E provo:

– Quando cheguei em casa, o marido já havia feito comida – particípio passado em locução verbal com o verbo haver que equivale ao pretérito mais que perfeito.

– João está cansado – o particípio de cansar brincando de adjetivo pra qualificar João.

– A ida de minha mãe a Las Vegas – O particípio do verbo ir virou substantivo.

Observe pelos exemplos acima que, quando não é verbo, o particípio varia em gênero, e vai pro feminino: João está cansadO / Maria está cansadA. (E antes que vocês perguntem: estruturas passivas têm um quê de adjetivo: quando a gente diz Maria foi estupradA, esse estuprada tem um caldinho de adjetivo)

Aí você vai perguntar: mas o que que tem o particípio a ver com a presidenta, bruxa?

No latim, havia o particípio passado, o particípio presente e o particípio futuro. E os três chegaram ao português, mas só o particípio passado veio como forma verbal; os particípios presente e futuro vieram como forma nominal.

(Agora volte dois parágrafos e releia o trecho em que eu falo que quando não é verbo, o particípio varia em gênero, e volte logo.)

O particípio futuro é o mais fofo de todos. Tem que passar a ideia de atos que estão na iminência de ocorrer: vindouro (que está prestes a vir), nascedouro (que está prestes a nascer), casadouro (que está prestes a casar). Essas palavras também variam em gênero: mês vindouro / semana vindoura; moços casadoiros / moças casadoiras etcetcetc.

Deixei o particípio presente por último de propósito. o particípio presente derivou-se no português, em nomes de pessoas que devem ser reconhecidas
Então, se precisamos nos referir a um rapaz que deve ser destacado por exercer o ato de estudar no presente momento, falamos de um estudante (arrá! você começou agora a entender o espírito da coisa, né? Também queria saber por que não me deram essa aula no segundo grau…); se precisamos falar de um homem cuja característica que se destaca é o fato de crer, temos um crente. E se temos de falar de um cara cuja característica é pedir, temos um pedinte. (Continuua)

Anônimo disse...

(Continuando) Se formos arrumar nazideia a fórmula morfológica para a criação de substantivos embebidos de particípio presente, ela fica assim:

[raiz do verbo] + [vogal temática do verbo] + [-nte]

Mas espere! Reparem que ali em cima eu falei de propósito em homens a executar este ou aquele ato: um estudante, um crente e um pedinte.

E reparem mais em cima que eu falei que o particípio, quando vira forma nominal, varia em gênero.

Quem abrir a boca pra dizer “porque o dicionário não aceita presidenta”, além de ganhar um pescotapa e uma dicionariada na cara com o livro aberto na página do verbete presidenta, vai ficar de castigo e vai escrever mil vezes no quadro negro a frase da ilustração!

E aí, a gente chega no lado social – e perverso – de uma língua:

Você já parou pra pensar que não se usa estudanta porque estudar é, por tradição, coisa de homem, pra se formar doutor e ser chefe de família?

Se você não concorda com o argumento de estudanta, então por favor explique: qual a diferença entre uma governanta e um governante, se, morfologicamente, eu acabei de te comprovar que as palavras são equivalentes?

Governanta é uma palavra que começou a ser largamente utilizada para designar mulheres que governavam a casa. Nada além da casa. Governanta é uma palavra que começou a ser largamente utilizada num tempo em que às mulheres era vedado o mundo. Era vedado o direito de viver e explorar o mundo para além de um casamento.

Ou seja: ainda que morfologicamente governante e governanta sejam similares, LEXICAL e SOCIALMENTE as duas expressões acabaram por adquirir significados e sentidos diferentes.

E hoje em dia, em que à mulher é permitido presidir um país, mondigente – muitos, sem perceber a carga de machismo por trás dessa atitude – vêm dizer que presidenta não pode?

Eu já provei morfologicamente que presidenta pode, sim, senhor! Seja ela a Dilma do Planalto ou a Dilma da Sabesp!

E se você insistir em dizer que mimimi estudanta é uma anta que estuda, depois do pescotapa eu te dou este link aqui pra você ver o monte de idiota que foi corrigir o UOL, dizendo que “cão da pradaria” está errado, e o certo é “cão da padaria”.

Ah, você vai continuar insistindo?

Diminutivo da palavra: temos o presidentinhO e a presidentinhA

Aumentativo da palavra: emos presidentÃO e presidentONA.

Poi zé. Quando o grau varia, o gênero acompanha sem problemas, né?

Ou seja: vai estudar e larga de ser machista! É presidenta e não enche o saco!

"Política sem medo" disse...

Anonimo, embora voce seja um petralha, e eu ainda nao estou certa se voe e aquela mulher de Guaruja que me xingava. Se for paciencia! Comecei a ler seu comentario mas quando voce foi dar as explicacoes eu parei no paragrafo que comeca no - Quando cheguei em casa... e termina dizendo que ... ja havia feito... era PRETERITO MAIS-QUE-PERFEITO eu parei de ler porque comecou errando pois a expressao esta no PRETERITO IMPERFEITO.
Como voce sabe, quando colocamos um ovo para fritar e ele esta estragado nao precisamos come-lo para descobrir. Sabemos desde o comeco.Portanto nao vou perder tempo lendo algo que sei que esta errado. So postei seu comentario para que meus amigos deem boas risadas pelas explicacoes que deve ter copiado de alguem que e tao lesado quanto voce. Estude mais, viu?

Anônimo disse...

Vou te dar mais uma colhar de chá, vai. Afinal, você não estudou na USP como eu. Foi só no lixo da Dom Domênico.

PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO: esse tempo verbal, por sua vez, já se contrapõe aos outros dois pretéritos por indicar um fato mais remoto no passado. Em outras palavras, corresponde a um passado anterior a outro fato já expresso em um forma pretérita. Vejamos o exemplo:
Quando a mãe chegou em casa, as crianças já tinham dormido.
Exemplo típico: dois fatos referentes ao passado, sendo o mais remoto deles o mais-que-perfeito, aqui mencionado em sua forma de tempo composto, de uso mais corrente. A esse respeito, cabe mencionar a gradação de formalidade nas formas do mais-que-perfeito, todas sinônimas entre si:
estudara (mais formal)/ havia estudado (intermediário)/ tinha estudado (mais informal)
Por conta da correlação temporal de que o mais-que-perfeito é materialização, esse tempo é típico de períodos compostos.

"Política sem medo" disse...

Voce e uma completa louca. Onde esta o seu maestro e o seu emprego em Santos na epoca de Telma de Souza, aquela bebada? Interessante, depois de dizer que estudou na USP de Marilena Chaui? Ja entendi tudo. Nao me interessa sua opiniao Preterito mais que perfeito e Imperfeito sao coisas diferentes. E que PresidentA nao existe. Fim.