11 de fev de 2013

ESSE QUER ESCRAVOS PARA ELEGER O PT DE NOVO.

 
Tambem nao entendo por que um individuo como esse e o seu antecessor passam por um ministerio tao importante. Eles nao aprenderam nada mesmo tendo todas as condicoes para faze-lo. Agora porem querem tirar a oportunidade dos nossos jovens receberem  uma educacao escolar adequada. Eles querem a educacao praticada la em Cuba que e tao superflua que os medicos formados nao conseguem nem preencher os dados pessoais na prova do CRM brasileiro. Eles tanto tentam que acabam conseguindo esses malditos vermelhos. Eles querem escravos para elege-los e continuar com a farsa da democracia brasileira. Pobre povo enganado.

Comentario meu aqui: http://turmadochapeu.com.br/ministro-reduzir-ensino-medio/

2 comentários:

Anônimo disse...

Quem está do lado do Brasil?
Por Pedro Luiz Rodrigues

O Presidente do PT, deputado estadual (SP) Rui Falcão, no melhor estilo Guillermo Moreno, acha que é muito importante para o futuro da agremiação que comanda saber, quem no meio empresarial, “está do nosso lado, quem não está”. Foi isso o que disse e está claramente aspeado, ao jornal Valor, em matéria muito precisa de Cristian Klein.
Para quem não se lembra, Guillermo Moreno é o Secretário de Comércio Interior da Argentina, muito utilizado pela Presidente Cristina Kirchner como uma espécie de máquina de demolição contra tudo e contra todos que ousem não se enfileirar “do nosso lado”.
Foi ele, por exemplo, que levou à destituição da direção e de boa parte do corpo técnico do Indec (equivalente ao nosso IBGE) pelo simples fato de não concordar com os índices de inflação apurados pela instituição. O resultado está aí. A Argentina no caminho de ser excluída do FMI por falseamento de dados.
O mesmo Moreno é o responsável pela aplicação de um velho e reconhecidamente ineficaz remédio anti-inflacionário: o congelamento de preços. Além do mais, ele que é o sabichão e pode tudo, proibiu os supermercados de anunciarem seus preços nos jornais ou na televisão.
Para um partido, como o PT, que detém boa parte do poder em nosso país, a declaração de Rui Falcão, meu ex-colega de Jornal da Tarde – e ex-diretor de redação da revista de negócios Exame – tem o claro sabor de uma ameaça.
Uma ameaça inócua, a bem dizer, que não pode ser levada a sério num país onde a democracia e as leis ainda têm valor. Essa coisa de se não estiver ao meu lado, está contra mim, além de refletir impulso politicamente primitivo, é simplesmente inaceitável.
A pergunta que decorre de tal declaração é: o que vai o PT fazer com quem não estiver de seu lado? Cortar os empréstimos do BB, os financiamentos da Caixa? Suspendê-lo da lista dos que podem tomar recursos do BNDES?
O Banco Rural esteve muitíssimo do lado do PT. Mas que pode qualquer um fazer, mesmo que se ache poderosíssimo, por seus grandes amigos, num país onde felizmente vige a democracia e o direito?
Pois bem, em 2005, o Banco Rural ocupava a 18º posição entre os maiores bancos privados em ativos, de acordo com dados do Banco Central. Hoje, procurei na lista da Exame dos 50 maiores bancos brasileiros e não encontrei o seu nome.
Qual a razão desse declínio? Misturar negócios com política, achar que se deve fazer tudo para agradar quem estiver de plantão no poder. A instituição ficou famosíssima por ter ajudado membros do então comando do PT no esquema do mensalão. E daí, será que o próprio PT mantém hoje suas contas nesse banco?
As empresas visam o lucro e geram empregos. Pagam salários e impostos que é o que mais deveria interessar a administração pública.
Produzirão mais, gerando mais empregos e pagando mais tributos se puderem contar com boa infraestrutural, fornecimento de energia adequado, segurança jurídica e uma boa política macroeconômica.
São desnecessárias baboseiras ou ameaças.


site CH

Politica sem Medo disse...

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "ESSE QUER ESCRAVOS PARA ELEGER O PT DE NOVO.":

Quem está do lado do Brasil?
Por Pedro Luiz Rodrigues

O Presidente do PT, deputado estadual (SP) Rui Falcão, no melhor estilo Guillermo Moreno, acha que é muito importante para o futuro da agremiação que comanda saber, quem no meio empresarial, “está do nosso lado, quem não está”. Foi isso o que disse e está claramente aspeado, ao jornal Valor, em matéria muito precisa de Cristian Klein.
Para quem não se lembra, Guillermo Moreno é o Secretário de Comércio Interior da Argentina, muito utilizado pela Presidente Cristina Kirchner como uma espécie de máquina de demolição contra tudo e contra todos que ousem não se enfileirar “do nosso lado”.
Foi ele, por exemplo, que levou à destituição da direção e de boa parte do corpo técnico do Indec (equivalente ao nosso IBGE) pelo simples fato de não concordar com os índices de inflação apurados pela instituição. O resultado está aí. A Argentina no caminho de ser excluída do FMI por falseamento de dados.
O mesmo Moreno é o responsável pela aplicação de um velho e reconhecidamente ineficaz remédio anti-inflacionário: o congelamento de preços. Além do mais, ele que é o sabichão e pode tudo, proibiu os supermercados de anunciarem seus preços nos jornais ou na televisão.
Para um partido, como o PT, que detém boa parte do poder em nosso país, a declaração de Rui Falcão, meu ex-colega de Jornal da Tarde – e ex-diretor de redação da revista de negócios Exame – tem o claro sabor de uma ameaça.
Uma ameaça inócua, a bem dizer, que não pode ser levada a sério num país onde a democracia e as leis ainda têm valor. Essa coisa de se não estiver ao meu lado, está contra mim, além de refletir impulso politicamente primitivo, é simplesmente inaceitável.
A pergunta que decorre de tal declaração é: o que vai o PT fazer com quem não estiver de seu lado? Cortar os empréstimos do BB, os financiamentos da Caixa? Suspendê-lo da lista dos que podem tomar recursos do BNDES?
O Banco Rural esteve muitíssimo do lado do PT. Mas que pode qualquer um fazer, mesmo que se ache poderosíssimo, por seus grandes amigos, num país onde felizmente vige a democracia e o direito?
Pois bem, em 2005, o Banco Rural ocupava a 18º posição entre os maiores bancos privados em ativos, de acordo com dados do Banco Central. Hoje, procurei na lista da Exame dos 50 maiores bancos brasileiros e não encontrei o seu nome.
Qual a razão desse declínio? Misturar negócios com política, achar que se deve fazer tudo para agradar quem estiver de plantão no poder. A instituição ficou famosíssima por ter ajudado membros do então comando do PT no esquema do mensalão. E daí, será que o próprio PT mantém hoje suas contas nesse banco?
As empresas visam o lucro e geram empregos. Pagam salários e impostos que é o que mais deveria interessar a administração pública.
Produzirão mais, gerando mais empregos e pagando mais tributos se puderem contar com boa infraestrutural, fornecimento de energia adequado, segurança jurídica e uma boa política macroeconômica.
São desnecessárias baboseiras ou ameaças.


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