17 de dez de 2011

Este governo nao tem legitimidade e nem exemplo a dar.

 Jair Bolsonaro: Contra a lei que proíbe dar palmadas


Deputado federal pelo PP/RJ

Rio - No início do ano, com a presença da rainha Silvia, da Suécia, a Câmara iniciou a discussão do projeto de lei que proíbe palmadas ou broncas em crianças e adolescentes. O interessante é que na Suécia a maioridade penal começa aos 15 anos; no Brasil, é aos 18, ou seja, lá o menor com 15 anos vai para a cadeia, aqui o pai é quem será punido se der um tapa no bumbum do filho criminoso.

Para o 1º mundo, quanto pior nossa Educação, melhor para continuar nos explorando. Para político brasileiro também: fica mais fácil conseguir o voto daqueles que, sem cultura, vendem-se por um Bolsa Família.


Este governo não tem legitimidade ou exemplo para interferir na educação familiar, pois mostrou seu desrespeito com a família quando tentou impor, nas escolas públicas, o kit-gay.

A criança tem que aprender limites, e palmadas podem fazer valer a diferença para que ela não adquira um comportamento reprovável, diferentemente de tratamento cruel ou desumano, para os quais já existem leis.


Aprovada esta lei, estaremos criando uma geração sem freios. Os pais não terão qualquer autoridade. Absurda a possibilidade de punir pai ou mãe com ‘afastamento do lar’ que reincida numa palmada em filho que não queira fazer o dever de casa ou tomar banho.


Cogita-se ainda criar o 0800 jovem para que filhos denunciem pais. O jovem viciado que não consiga dinheiro deles para comprar drogas pode fazer uso da falsa denúncia para vingar-se. O pai que hoje não der palmada no filho rebelde provavelmente amanhã levará dele um tapa na cara. Em nome da família, é que mais uma vez me insurjo contra uma proposta do governo.


Postado por Tereza
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2 comentários:

Poirot disse...

O Jair Bolsonaro,tem tudo para disputar o 2º turno nas eleições presidenciais de 2014. Será ele contra algum esquerdistas desonesto,corruptp e bandido.Poirot

sicário disse...

Teresa...

Concordo com o Poirot. Não só voto como faço campanha para Bolsonaro ou alguém que se identifique como sendo de e sem ter vergonha de ser de direita pq. quem é de direita antes de tudo tem de ser DIREITO.
Lendo tua postagem lembrei-me do filme "Os gritos do silêncio", o qual se passa no Camboja quando da subida ao poder do Khmer Vermelho. O filme é baseado em fatos reais. Numa cena, em uma escola rural, uma criança é chamada ao quadro "afrodescendente" (não quero ser processado) e com um giz na mão faz um risco em um desenho onde as mãos dos pais estão ligadas a de uma criança.
No meu entender é o estado se adonando dos filhos, das crianças, para forjar uma nova sociedade com seres submissos na vontade e no pensamento ao ideal criminoso de alguns, ou seja, algo como estão tentando fazer no Brasil, só que de forma dissimulada.
Este protecionismo estatal, aos jovens, inclusive jovens criminosos, nada mais é do que parte do plano para divulgar direitos que nunca, em uma sociedade decente, honesta, justa e igualitária deveriam vir antes dos deveres.
Pagaremos caro por esta distorção educacional onde pais e mães serão reféns de menores ante a menor ameaça.
Apanhei muito quando jovem...e não sou nehum desajustado.
Se os invasores da USP e Dilmas, Zé Dirceus, Genoínos, Marias do Rosário, Tarsos e outros esquerdopatas/esquerdofrênicos tivessem levado uns tapas, aposto que estariam trabalhando honestamente para viver.

abs.

Sicário