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14 de jun de 2009

Verba Social da CPI da Petrobras inclui ONG acusada de desvio.

Arrastada para o centro de uma CPI aberta no Senado para investigar desde contratos para a construção de plataformas de petróleo até o pagamento de impostos, a Petrobras também terá de dar explicações sobre milionários convênios firmados com entidades amigas do PT para executar projetos sociais.

Um caso exemplar envolve o Instituto Nacional de Formação e Assessoria Sindical da Agricultura Familiar, o Ifas, organização não-governamental (ONG) com sede em uma casa simples do centro de Goiânia, sem ao menos uma placa na fachada. A ONG, que já frequentou o noticiário por desvio de verbas repassadas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), fechou convênio em 2007 com a Petrobras no valor de R$ 4 milhões. Mas até hoje deve explicações sobre a maneira como gastou parte desse dinheiro.

O convênio Petrobras-Ifas tinha por objetivo ensinar trabalhadores rurais de Minas, Bahia e Ceará a plantar mamona, dendê e girassol, dentre outros grãos utilizados na produção de biodiesel. A Petrobras chegou a repassar R$ 1,6 milhão, mas as metas do convênio ficaram no papel. A estatal diz que escolheu o Ifas a partir de um projeto apresentado pela própria entidade.

O Ifas foi inaugurado em 1985 por gente ilustre do PT - dentre seus fundadores está Delúbio Soares, o tesoureiro do mensalão. Com o PT no governo, o Ifas transformou-se no braço financeiro da Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf), um conglomerado de sindicatos rurais também alinhados com o Planalto e que serve para repassar dinheiro para os sem-terra.

Fonte: agenciaestado

3 comentários:

Laguardia disse...

A rede de corrupção montada pelo PT é bastante complexa e o dinheiro público passa por diversas mãos, cada uma tirando um pedaço.

WORF NETO disse...

Isto é uma VERGONHA! Abração minha querida!

Alternativa Brasil disse...

É favorecimento ou não é?

Produtoras de vídeo ligadas ao PT receberam R$ 4 milhões da Petrobrás, sem licitação. Estatal demitiu gerente responsável pelos contratos

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