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25 de nov de 2007

Parabens deputado Max Rosenmann

Queridos amigos
E O TCHÊ, DEPUTADO ?



Em sua edição de quarta feira esta Gazeta publicou matéria centralizada no deputado federal paranaense Max Rosenmann, do PMDB, informando que o mesmo, preocupado com apologia ao nazismo durante partidas de futebol, apresentara denúncia à Procuradoria Geral da República contra um grupo de torcedores vinculados tanto ao Grêmio como ao Internacional, torcedores que agitavam no Estádio Olímpico em Porto Alegre, quando do último Gre-Nal, símbolos que identificavam aquela bestial e repulsiva facção Hitlerista. Aqui, de minha humilde posição de um simples colunista, cumprimento o deputado pela iniciativa e, se me permite, aproveito para fazer-lhe um questionamento que julgo adequado.

Nobre deputado Max Rosenmann, e a bandeira com a foto daquele facínora, daquela bestial figura que eliminou por fuzilamento milhares de pessoas quando da implantação do comunismo em Cuba, a bandeira com a foto daquele que em vida foi um canalha, daquele que não tem em sua história um ato de heroísmo sequer e, nessa mesma história o que de relevante – de forma negativa – que ostenta não é outra coisa se não o termo “paredon”, já que foi criação sua ao levar para o muro das execuções pessoas “cujo crime” era opor-se às suas idéias e as idéias do infame e também sanguinário ditador Fidel Castro, idéias que eram opostas ao exterminador e abominável comunismo? As bandeiras gigantes, com a foto daquele despudorado assassino, prolífico do mal quando em vida, podem continuar sendo agitadas nos estádios? Nobre deputado Max Rosenmann, parabéns pela iniciativa de, pela lei, tentar barrar, em favor dos bons costumes, a louca e despudorada lembrança do nazismo, mas estenda a iniciativa a todas as facções de criminosos, principalmente a essa que tenta fazer de um demônio como Tchê Guevara um herói que, tenho certeza, ao chegar ao inferno não foi recebido pelo Diabo na ante sala daquela corte dos horrores, foi direto para o calabouço e isso, certamente, pelo fato do Diabo não admitir concorrência por lá.

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