22 de mar de 2019

MORO E MINISTRO DA JUSTICA DO BRASIL E VOCE E NOSSO EMPREGADO, MAIA

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Sergio Moro respondeu com uma nota, depois de ter sido chamado por Rodrigo Maia de “funcionário de Bolsonaro” e ter sido acusado pelo presidente da Câmara de ter copiado o texto do projeto anticrime apresentado por Alexandre de Moraes, ainda no governo de Michel Temer.
Leia:
Sobre as declarações do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, esclareço que apresentei, em nome do Governo do presidente Jair Bolsonaro, um projeto de lei inovador e amplo contra crime organizado, contra crimes violentos e corrupção, flagelos contra o povo brasileiro. A única expectativa que tenho, atendendo aos anseios da sociedade contra o crime, é que o projeto tramite regularmente e seja debatido e aprimorado pelo Congresso Nacional com a urgência que o caso requer. Talvez alguns entendam que o combate ao crime pode ser adiado indefinidamente, mas o povo brasileiro não aguenta mais. Essas questões sempre foram tratadas com respeito e cordialidade com o Presidente da Câmara, e espero que o mesmo possa ocorrer com o projeto e com quem o propôs. Não por questões pessoais, mas por respeito ao cargo e ao amplo desejo do povo brasileiro de viver em um país menos corrupto e mais seguro. Que Deus abençoe essa grande nação.”


19 de mar de 2019

TRES MINISTROS QUE CAUSAM RINITE,ASMA E EDEMA DE GLOTE NOS "PROGRESSISTAS"


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Trio de Ministros que causa alergias nos tais "progressistas" Velez Rodrigues, Damares Alves e Ernesto Araujo

O  PAU  DE  ARARA  MIDIÁTICO


 Três ministros conservadores, saídos do gueto onde conservadores e liberais estiveram durante mais de três décadas, estão na alça da mira da extrema imprensa, engenhoca audiovisual para propagar as ideias “progressistas”. Ela suporta até os militares, digere o Paulo Guedes, mas tem alergia às posições de Ricardo Vélez, Ernesto Araújo e Damares Alves. Ouvi-los lhes causa rinite, asma, edema de glote. O menor movimento de qualquer deles é imediatamente submetido a um pau de arara midiático diante do qual a mais deliciosa limonada confessa ser limão azedo. E tudo é feito para derrubá-los.
Seus detratores se apresentam como progressistas, apesar do atraso obtido das ideias que defendem. Malgrado os ínfimos resultados educacionais e culturais entregues, dizem-se paladinos das liberdades que, sem as naturais amarras da responsabilidade, fariam explodir a criatividade. Aliás, proclamam defender a liberdade de expressão, mas seus seguidores correm a grito ou a pau toda divergência, segregam autores liberais e conservadores, tomam as salas de aula como cosa nostra e arrasam os índices educacionais do país. Queixam-se do caráter ideológico dos três ministros em questão, como se o governo petista, pelo viés oposto, fosse uma referência cívica de isenção política e conduta republicana e não dedicasse especial estima e muito dinheiro nosso às ditaduras esquerdistas do planeta. Durante os anos divididos entre o tucanato e o petismo, conservadores e liberais não chegavam nem perto da porta do gabinete do sub do sub.
No vastíssimo conjunto das grandes realizações decorrentes desse conluio entre a esquerda política e a extrema imprensa, se inclui parcela imensa das jovens brasileiras levadas a crer que a vida seja uma novela da Globo, onde a libertinagem é o único viés da liberdade, num BBB ao vivo, sem paredão nem assinatura. Chamam também a isso “empoderamento feminino”, que se soma ao “empoderamento LGBT” e ao domínio da linguagem para produzir, em proporções demográficas, homens que desconhecem seu papel na sociedade, procriadores irresponsáveis, reincidentes em sucessivos crimes de abandono de menor.
Trinta milhões de mulheres são chefes de família e onze milhões são chefes de família sem cônjuge no Brasil! Este último número é assustador quando pensamos na situação de milhões de crianças e adolescentes cuja formação e desenvolvimento se processa sem uma presença masculina ciente de seus deveres e responsabilidades (1). O número se amplia quando - ao crime de abandono formal, escancarado, do pai que sai de casa, ou nela sequer entrou - se somam os muitos crimes de abandono cometidos por pais que, mesmo coabitando com os filhos, se fazem ausentes embora presentes.
O primeiro crime praticado contra o menino Bernardo, foi o de abandono pelo pai. Anos de abandono! O homicídio veio depois, com autores e culpas a serem definidos por júri popular. Mas o pai cometeu o primeiro delito contra aquela criança. E ele se repete país afora, também em proporções demográficas, tendo como consequência frequente o recrutamento pelo crime organizado de tantos menores submetidos a essa situação. E há quem não veja as causas; e há quem considere este texto “quadrado”; e há quem deseje que tudo fique como está, produzindo mais e mais frutos dessa venenosa árvore cultural porque “família já era”. À sombra dessa exótica planta, a pena imposta a quem maltrata um animal é maior do que a aplicável a quem maltrata uma criança. Faz sentido. Após tanto progresso e tantas conquistas destes anos, faz sentido. Faz sentido que combatam os três ministros e seu presidente.
(1) É consenso nas escolas a conveniência de haver pelo menos um professor no corpo docente para que os alunos tenham essa referência masculina em um grupo sempre dominantemente feminino. 
http://www.puggina.org/artigo/puggina/o-pau-de-arara-midiatico/14563

7 de mar de 2019

ERNESTO ARAUJO DEFENDE DIPLOMACIA E FHC, A LUTA ARMADA NA VENEZUELA

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Que maravilha Senhor Ministro, ver tamanha clareza nas suas ideias e notar que o senhor sempre esteve ai escondido e ninguem o aproveitou para abrilhantar a equipe principal do governo antes e agora temos o provilegio de te-lo como Chanceler do nosso valoroso Itamarati e assim possamos nos sentir mais aliviados com o nosso futuro. Bom saber que temos autoridades tao sensiveis e objetivas quanto o senhor e que estao alem das idiologias nefastas da AGENDA 2030 da ONU. Parabens ao nosso presidente Bolsonaro pela escolha do seu nome, o que tanto nos orgulha. Obrigada Ministro Ernesto Araujo!


Contra o consenso da inação

A política externa brasileira foi uma política de “consenso” nos últimos 25 anos porque refletiu um consenso mais amplo, o consenso na base do sistema político que ameaçou sufocar a nação brasileira com a corrupção e a estagnação econômica, a crise moral e o enfraquecimento militar, o apequenamento internacional, o descaso pelos sentimentos do povo brasileiro.
Os brasileiros rejeitaram esse consenso nas urnas, em outubro de 2018, ao escolher o único candidato que se ergueu contra o sistema. Insistir agora em que esse consenso continue a prevalecer na esfera da política externa, por temor e preguiça, sob o pretexto de “manter as tradições”, seria trair o povo brasileiro.
O “consenso” na política externa, com sua “maturidade” e “equilíbrio”, permitiu ao longo desse período a subida de Chávez na Venezuela, o predomínio crescente do bolivarianismo na América do Sul concebida como um bloco socialista, a consolidação de Chavez e Maduro no poder, a corrosão progressiva de todos os elementos do Estado Democrático de Direito naquele país, sua entrada no Mercosul a ponto de quase destruir o bloco, a deliberada política do regime de Caracas de criar miséria para reforçar o controle sobre a sociedade – tudo isso sob as barbas do nosso “consenso”. Alguns apoiaram abertamente o chavismo. Outros fingiram que foram contra mas não fizeram nada de concreto. Aquilo que parecia haver de defesa da democracia na política brasileira para a Venezuela no último governo extinguiu-se completamente, entre sorrisos, em setembro de 2018, na reunião de Aloysio Nunes com o chanceler de Maduro em Nova York, onde o lado brasileiro aceitou na prática a normalização das relações com a Venezuela sob o pretexto de que “é um país com o qual fazemos fronteira”. Se permanecesse aquele maravilhoso consenso, não haveria hoje um pingo de esperança para a Venezuela, e Maduro estaria firme, sem qualquer receio de perder o poder, sorrindo ao ver as crianças venezuelanas comerem lixo.
Eu vi com meus próprios olhos essas crianças e seus pais, nas fronteiras da Colômbia e do Brasil com a Venezuela. Eu ouvi os venezuelanos em Cúcuta gritando “obrigado Brasil” e apertei suas mãos, eu escutei suas vozes rasgadas de esperança, gritando “Venezuela libre!” e gritei junto com elas. Eu senti o seu enorme anseio de que agora, finalmente, graças em grande parte ao novo Brasil, os venezuelanos possam recuperar sua pátria e sua dignidade humana, com o fim iminente da ditadura. Eu abracei Juan Guaidó, esse líder destemido que, sob risco de vida, corporifica o sonho de uma nova Venezuela, vi os índios pemones que viajaram até Brasília, grande parte do trajeto a pé, e saudaram Guaidó em frente ao Itamaraty, e entoaram um cântico por seus parentes massacrados por Maduro – tudo isso enquanto Rubens Ricúpero e Fernando Henrique Cardoso escreviam seus artigos espezinhando aquilo que não conhecem, defendendo suas tradições inúteis de retórica vazia e desídia cúmplice.
O Presidente Bolsonaro e eu estamos, sim, rompendo esse consenso infame. Estamos rompendo com a tolerância irresponsável que ajudou a acobertar os crimes do regime chavista-madurista, e que continuaria acobertando até hoje, se o sistema que vinha governando o Brasil permancesse no poder.
A esperança de uma nova Venezuela não existiria sem o novo Brasil. A atuação do Brasil no Grupo de Lima em 4 de janeiro, a organização do encontro das forças de oposição em Brasília em 17 de janeiro, a denúncia do genocídio silencioso praticado por Maduro por meio da nota do Itamaraty igualmente de 17 de janeiro, o respaldo ao Tribunal Supremo de Justiça legítimo da Venezuela que avaliza constitucionalmente o processo, o reconhecimento de Guaidó como Presidente Encarregado em 23 de janeiro – todas essas iniciativas da nova política externa brasileira, que o Presidente Bolsonaro me deu a honra de conduzir, foram decisivas para acender a esperança que vi brilhar nos olhos das pessoas de carne e osso, e que contagiou toda a região, que colocou a barbárie do regime madurista sob os olhos de todo o mundo. Segundo me confidenciou pessoalmente uma grande liderança democrática venezuelana, foram as iniciativas do Brasil que mudaram o jogo e mobilizaram os próprios Estados Unidos a romperem a inércia em que se encontravam até o início de janeiro e a virem colocar seu peso político em favor da transição democrática. Não foi o Brasil que seguiu os EUA, mas antes o contrário. Quem não acreditar, pergunte aos venezuelanos que lutam por sua pátria, e que passarão à história como heróis da liberdade. Perguntem a eles o que acham da política externa de Bolsonaro. Perguntem aos venezuelanos expulsos de seu país pela fome e pela tristeza e que agora sentem-se à beira de poder voltar para casa. Perguntem a eles, e não aos comentaristas de política externa, não aos ex-presidentes e ex-ministros do “grande consenso” da inação e da mediocridade.
Perguntem a eles se me veem como a caricatura de um guerreiro medieval com a cruz de Cristo no peito (da qual aliás muito me orgulho) ou simplesmente como um homem que, com todas as sua limitações, está trabalhando para defender a democracia, em benefício de toda a região, essa democracia de que os críticos de Bolsonaro tanto falam mas pela qual nada fazem nunca.
Agora vem FHC, com o mais surrado dos artifícios retóricos: a criação de uma falsa dicotomia. Segundo ele, as únicas opções são o prosseguimento do “consenso” ou a intervenção armada na Venezuela. Não, não são as únicas. Ao contrário de FHC, eu acredito na diplomacia, porque acredito na força da palavra e do espírito humano para mudar a realidade, porque não sou cínico nem materialista, porque acredito no povo brasileiro, esse povo dos “grotões” que FHC abertamente desprezava (assim como desprezava e despreza os eleitores de direita que o fizeram presidente duas vezes), e acredito que este povo tem em suas mãos um destino imenso capaz de mudar o mundo, começando por ajudar na libertação do povo-irmão venezuelano.
Nessa libertação, o sentimento de solidariedade humana para com os venezuelanos coincide com o interesse nacional brasileiro. Uma Venezuela eternamente chavista-madurista, vivendo do narcotráfico, albergando terroristas de toda estirpe, armando milícias criminosas, financiando crime organizado e movimentos pseudo-sociais em território brasileiro, expulsando seu próprio povo pela fome e pela doença, essa Venezuela seria uma ameaça permanente e tremenda à segurança do Brasil e dos brasileiros. Fazer algo efetivo a respeito, contribuir para uma Venezuela democrática, é algo que a melhor tradição diplomática brasileira exige e impõe. Estamos restaurando a verdadeira tradição diplomática brasileira, a tradição de um país livre, soberano, orgulhoso de si mesmo, consciente de sua capacidade e sua responsabilidade de contribuir para o bem da humanidade.

2 de mar de 2019

NAO E DELIRIO...!!!




NÃO É DELÍRIO...

Bom final de semana com esse colírio
É real, não é delírio
Nosso presidente chegou lá....

Foi massacrado, injuriado
Perseguido, esfaqueado
Mas renasceu pra lutar.

Vai enfrentar mil batalhas
Travar lutas com canalhas
Que não querem aceitar.

Que nasceu um Brasil novo
No coração de um povo
Que lutou para afastar.

Uma corja de bandidos
Legião de corrompidos
Que a teta não quer largar.

Mas o povo está do lado
De um homem destinado
A novos rumos trilhar

Um Brasil independente
Livre de um grupo demente
Que quis nos escravizar.
02/03/2019____16:35

CHINA E ISIS NA INDUSTRIA DO TRAFICO DE ORGAOS HUMANOS.

Seguindo exemplo da China, Estado Islâmico extrai à força órgãos de prisioneiros vivos
Iraque denuncia crimes do Estado Islâmico
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Hu Jie, 25, aceitou ser doador de órgãos, mas mudou de ideia. Não adiantou. Tiraram-lhe um rim com base no papel assinado.

Hu Jie, 25, aceitou ser doador de órgãos, mas mudou de ideia. Não adiantou. Tiraram-lhe um rim com base no papel assinado.

O diplomata iraquiano Mohamed Alhakim denunciou na ONU que o Estado Islâmico (EI, ou ISIS) arranca órgãos vitais de suas vítimas para contribuir no financiamento da organização terrorista, escreveu o Epoch Times.
Alhakim fez a denúncia sobre a extração forçada de órgãos em uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O ISIS pratica terríveis métodos de execução de seus prisioneiros, como decapitações, crucifixões ou incineração de pessoas vivas. Mas também copia o perverso esquema do Partido Comunista Chinês.
Segundo Alhakim, corpos encontrados em valas comuns evidenciam partes retiradas através de incisões cirúrgicas. Os órgãos teriam sido vendidos para lucro do Estado Islâmico.

Exemplo da China

Na China, as alegações da extração forçada de órgãos remontam a 2006. Os órgãos são vendidos por mais de cem mil dólares a estrangeiros e chineses ricos, em hospitais estatais. As vítimas são prisioneiros de consciência como cristãos, tibetanos, uigures, ativistas de direitos humanos.
A China promove o “turismo de transplantes”, destinado a estrangeiros ricos que viajam para fazer transplantes por vias imorais, porém mais em conta.
Ethan Gutmann, analista especializado em China e investigador de direitos humanos, autor do livro O Massacre: Assassinatos em massa, extração forçada de órgãos, e a solução secreta da China para o seu problema de dissidentes, calcula que mais de 65 mil opositores chineses sofreram essa cruel forma de extermínio.
Segundo um relatório de al-Monitor, Alhakim disse que desde 2014 o ISIS colhe e transporta os órgãos para um hospital de Mosul, em área controlada pelo Estado Islâmico.
Os órgãos são contrabandeados para a Síria, Arábia Saudita e Turquia. Depois eles são vendidos no mercado negro de todo o mundo, acrescenta a Agência Internacional de Notícias Assyrian.
“Vender órgãos humanos visando lucro é um assunto tenebroso. Na China, milhares de pessoas são mortas todos os anos para fornecer órgãos a esta lucrativa indústria. Hospitais militares e civis fazem o trabalho sujo sob a aprovação do regime chinês”, escreveu para o Epoch Times David Kilgour, ex-membro do Parlamento canadense e investigador de direitos humanos.
Segundo Kilgour, em hospitais chineses “os presos são baleados como se fossem executados, só que não para morrer, mas para deixá-los em estado de choque profundo, a fim de poderem ser operados sem anestésicos, enquanto os órgãos são removidos”.
“Os presos ainda estão vivos quando seus corpos são cortados, e foram relatados gritos durante as cirurgias”, escreveu o especialista.
Os órgãos são levados imediatamente a um hospital, para serem transplantados em pacientes que estão à espera.
A China admitiu retirar órgãos de prisioneiros, alegando que o número de transplantes de órgãos é em torno de 2 mil por ano. No entanto, a verdadeira cifra anual excede 10 mil, segundo investigações mencionadas pelo jornal.
As semelhanças do Estado Islâmico com o comuno-socialismo é maior do que parece à primeira vista.

24 de fev de 2019

DEUS NOS DEU ALGUNS DIREITOS INALIENAVEIS, A VIDA, A LIBERDADE E A BUSCA DA FELICIDADE.”



A ESSÊNCIA DO CONSERVADORISMO (COMO O VEJO)

por Percival Puggina. Artigo publicado em 

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 Tendo surgido na história do pensamento como uma reação de civilidade à Revolução Francesa, o conservadorismo preserva, até hoje, essa característica essencial. No livro “Crítica à Revolução Francesa” (1790), Edmund Burke assinala a diferença entre o caráter destrutivo desta e o desejo de criar uma ordem que havia caracterizado a guerra pela Independência dos EUA (1776). Esta marca de natureza fica muito clara no preâmbulo da Constituição que a seguir produziram. Nele, os constituintes da Filadélfia afirmaram o propósito de assegurar, além de outros, a perfeita união, a justiça, a tranquilidade doméstica e a defesa comum, ou seja, a criação de instituições para uma Ordem.
 O grande adversário do conservadorismo é o voluntarismo político que inspira as ações revolucionárias destruidoras da ordem e conducentes ao caos. Se possível, assista o filme Trotsky; se não puder, pondere, ao menos, o quanto a mobilização da opinião pública que promoveu as recentes mudanças políticas no Brasil convergiu para o candidato mais visivelmente comprometido com o combate à criminalidade, à impunidade e à desordem geral instaurada no país. A sociedade percebeu que se extinguia a ordem, que se haviam formado estados paralelos e que uma revolução estava em curso. Era uma revolução feita com armas dos criminosos e com penadas da Justiça, com corrupção e mentiras, com mortandades e sentenças, impunidade e leniência, disputa de território e terrorismo. O conservador sabe que a vida em sociedade exige uma ordem que corresponda, tão amplamente quanto possível, ao bem de todos.
 Quando os governos de esquerda começaram a fatiar a sociedade brasileira em um sem número de frações e a instigar rivalidades, estavam eles dedicados à tarefa inversa, à de construção do caos. 
 Isso por um lado. Por outro, o Conservadorismo pressupõe uma relação muito íntima com algo que aparece na Declaração de Independência dos Estados Unidos. Refiro-me às verdades autoevidentes (self-evident) nela mencionadas, ou seja, que somos criados iguais e fomos dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, entre os quais a vida, a liberdade e a busca da felicidade.
“We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable Rights, that among these are Life, Liberty and the pursuit of Happiness.”
Não há muito mais a ser dito, exceto afastar a ideia errada que caracteriza o conservadorismo como apego à tradição, ao passado e rejeição à mudança. É frágil a amarra do conservadorismo com o que ficou para trás; o futuro é desejável, ora essa! Eu quero o meu! Já não é muito, mas é meu. O puro e cego apego à tradição é reacionarismo. É querer que nada mude. O conservador, ao contrário, pressente a mudança, mas não a acolhe como reitora definitiva da História. Na mudança, a grande maioria dos conservadores reconhece a importância das boas Instituições (as nossas são péssimas, como bem sabemos), da Família, da Educação e da Religião, e se empenhará em preservar aquelas verdades autoevidentes e aqueles direitos inalienáveis, importantes à desejada ordem, esta sim, marco firme de suas escolhas sociopolíticas. 
O conservadorismo é irmão gêmeo do liberalismo econômico, com o qual compartilha as ideias de não intervenção estatal na economia, liberdade de mercado e direito de propriedade.
http://www.puggina.org/artigo/puggina/a-essencia-do-conservadorismo-como-o-vejo/14535

22 de fev de 2019

GOVERNO QUE PRESTA NAO VE ADVERSARIOS, VE O POVO SOFRIDO

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Governo Bolsonaro libera R$ 82 milhões para Adutora do Agreste

Douglas Fernandes

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Publicado em 21/02/2019 às 8:30

O Ministério de Desenvolvimento Regional anunciou nessa quarta-feira (20) a liberação de R$ 82 milhões para as obras da Adutora do Agreste. O anúncio ocorreu após uma reunião do ministro da pasta, Gustavo Canuto, com o governador Paulo Câmara (PSB). Esse é o primeiro repasse do governo Jair Bolsonaro (PSL) para a Adutora e foi repercutido pelo presidente nas suas redes sociais como o “novo projeto do São Francisco”. “O Nordeste é uma prioridade do governo federal”, publicou Bolsonaro em seu perfil no Twitter.
A liberação dos recursos foi comemorada por Paulo Câmara. Os R$ 82 milhões se somam a outros R$ 68 milhões aportados no segundo semestre do ano passado, ainda no governo do presidente Michel Temer (MDB). No total, são R$ 150 milhões investidos (do Orçamento Geral da União de 2018) na Adutora.
Audiência do governador Paulo Câmara (PSB) com o ministro de Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto (Foto: Divulgação)
“Essa liberação, que já está sendo creditada hoje, é uma notícia importante. Já estamos levando água da Adutora do Agreste até Belo Jardim e esperamos,  até o final de março, que toda a primeira etapa (até São Caetano) seja concluída e tenhamos a condição de abastecer 22 municípios do Agreste pernambucano. E a nossa ideia é, na sequência, trabalhar para garantir recursos para o abastecimento dos 40 municípios que precisam dessa água complementada na região”, afirmou o governador.
O socialista aproveitou a audiência com o ministro Gustavo Canuto para discutir a continuidade das obras dos BRTs na Região Metropolitana do Recife (RMR) e a construção de habitacionais. O ministro encaminhou as demandas para as áreas responsáveis e o governo estadual vai acompanhar, por meio das secretarias e órgãos, o andamento das demandas.
Também participaram da reunião os secretários de Desenvolvimento Urbano, Marcelo Bruto; de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista; o chefe da Assessoria Especial, Antonio Carlos Figueira; e o presidente da Compesa, Roberto Tavares.

20 de fev de 2019

ANÁLISE CORPORAL DE BEBIANNO NA JP E O DESESPERO POR FONTES



Paulo Henrique Araujo, tambem me senti totalmente traida por Augusto Nunes e por Felipe Moura Brasil, que explicou mas nao convenceu. Bibiano errou e eles tentam endeusa-lo, numa tentativa de culpar Jair Bolsonaro, o unico prejudicado e o unico que nao tem culpa nessa historia toda. O audio so confirmou como esse Bebianno foi falso. Nos audios trocados ele nao falava ao Presidente, falava para a midia que iria ouvi-lo quando ele vazasse para todos. Isso da na vista claramente, pois ele aproveitou para fazer propaganda de si proprio como numa campanha eleitoral.

Exatamente, crime de Alta Traicao! Ele e um dissimulado mesmo, mas para a midia, Bolsonaro nao devia trata-lo assim. Agora se Bolsonaro aceitasse tudo na paz , eles comecariam a exigir que Jair explicasse o laranjal do nordeste. 
https://youtu.be/MOdGh2OREC4