15 de ago de 2019

ANGELA MERKEL CORTOU A VERBA PARA A AMAZONIA PORQUE SO GOSTA DE GOVERNOS CORRUPTOS.

Bolsonaro sugere que Merkel ‘pegue grana e refloreste a Alemanha’

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Governo alemão suspendeu envio de verba destinado à proteção da Amazônia por acreditar que Brasil 'segue desmatando' floresta.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a se indispôr com um chefe de Estado europeu por conta de questões ambientais. Nesta quarta-feira 14, em declaração a jornalistas, Bolsonaro sugeriu que a chanceler alemã, Angela Merkel, utilize verba negada ao Brasil para “reflorestar a Alemanha”.
“Eu queria até mandar um recado para a senhora querida Angela Merkel, que suspendeu 80 milhões de reais para a Amazônia. Pegue essa grana e refloreste a Alemanha, ok? Lá está precisando muito mais do que aqui”, disse o presidente.
Nos últimos dias, o governo alemão suspendeu o envio de recursos para projetos de proteção à floresta amazônica. A ministra alemã do Meio Ambiente, Svenja Schulze, justificou a ação dizendo que não poderia continuar a “dar dinheiro enquanto [os brasileiros] seguem desmatando“. 
Bolsonaro já havia se manifestado sobre o corte dizendo que “o Brasil não precisa disso” e que a Alemanha vai “deixar de comprar à prestação a Amazônia”. Em outra oportunidade, o presidente havia declarado que alemães “têm muito a aprender sobre meio ambiente com o Brasil”.
Durante a última cúpula do G20, em junho, Bolsonaro também fez críticas ao que chamou de “neurose ambiental” e afirmou que Merkel e o presidente francês, Emannuel Macron, “defendem interesses de seus países” quando criticam as políticas brasileiras em relação ao meio ambiente.

6 de ago de 2019

PARA SALVAR DUAS MULHERES DE MINISTROS, MORAES LIVROU A CARA DE 133 OUTROS LADROES DO ERARIO.

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Em carta aberta, alto escalão da Receita pede ao STF revisão de decisão que suspendeu investigações


BRASÍLIA — Integrantes da Receita Federal pediram nesta segunda-feira, em carta assinada por quase 200 auditores, incluindo funcionários da alta cúpula do órgão, que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja decisão que suspendeu a investigação contra 133 pessoas , incluindo ministros da Corte.  

Na última quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão de investigação e o afastamento de dois servidores que participaram da apuração. Os auditores dizem que "todos os procedimentos de fiscalização executados observam rigorosamente os preceitos constitucionais da impessoalidade". O caso está sob análise no âmbito do inquérito aberto pelo presidente do STF, Dias Toffoli, para apurar ofensas à Corte, prorrogado por mais 180 dias. 

"Os auditores-Fiscais abaixo pugnam para que o Plenário do STF reveja a decisão proferida no Inquérito nº 4.781, de 1º de agosto de 2019, que impede a atuação da Receita Federal, para que possamos continuar atuando de forma republicana, em obediência aos preceitos constitucionais e à lei, em prol do Estado e da sociedade", diz a nota.  

Ao decidir pela suspensão da investigação da Receita, Moraes argumentou ter detectado "graves indícios de ilegalidade", além de desvio de finalidade e falta de critérios objetivos para escolher os alvos do procedimento. 

No documento, os funcionários da Receita respondem aos argumentos da decisão judicial.  

"Não existe qualquer possibilidade de um Auditor-Fiscal indicar um contribuinte para ser fiscalizado, em seleção interna, sem passar por um rigoroso processo de programação que segue três etapas bem definidas". As etapas, detalhadas pela carta, são: planejamento, cruzamento de dados  e análise individual.  

"Rogamos que o plenário do STF analise com habitual rigor e prudência, à luz dos princípios constitucionais da impessoalidade e isonomia, o procedimento de programação e seleção de contribuintes", dizem os auditores. 

A carta também fala sobre a determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) que manda a Receita entregar a lista de servidores que acessaram dados de autoridades.  

"O pedido causa estranheza e perplexidade, pois, sem qualquer justificativa aparente, coloca sob suspeição todas as fiscalizações efetuadas pela Receita Federal contra agentes públicos federais nos últimos cinco anos". 

26 de jul de 2019

GLOBO, lixo COM FAKES FEZ O MINISTRO WEINTRAUB PASSAR MAUS MOMENTOS

Globo mente, pede desculpas a ministro e tira vídeo do ar


Reportagem da GloboNews afirmou que Weintraub não poderia ter tirado férias

A GloboNews foi obrigada a retirar do ar uma reportagem que acusava o ministro da Educação, Abraham Weintraub, de tirar férias sem ter trabalhado os 12 meses necessários para obter o recesso. Após retirar o conteúdo do ar, a emissora pediu desculpas ao ministro.
Na reportagem, a GloboNews questionava as férias de oito dias que Weintraub tirou recentemente. Segundo advogados ouvidos pela emissora, ele não tinha o direito de gozar do benefício.
No entanto, o Ministério da Educação desmentiu a informação e alegou que, apesar de Weintraub estar há quase 4 meses no cargo, ele é matriculado também como professor de uma universidade federal de São Paulo desde 2014.

De acordo com uma orientação normativa do Ministério do Planejamento, “o servidor integrante das carreiras de magistério, quando afastado para servir a outro órgão, ou outra entidade, em casos previstos em leis específicas que lhe assegurem todos os direitos e vantagens a que faça jus na entidade de origem, permanecerá com direito a 45 dias de férias”.
Desta maneira, mesmo Weintraub tendo assumindo o MEC há menos de 4 meses, ele continua no direito de gozar das férias referentes a seu cargo de professor.
Em seu Twitter, o ministro mostrou-se indignado com a fake news e com o que chamou de “pedido de desculpas com a cara azeda da apresentadora”.
– Onde estão Natuza [Nery], o repórter e os especialistas da Globo/Marinho? Eles foram avisados que era mentira e mesmo assim colocaram no ar esse lixo – escreveu.
Durante a edição das 16h desta quarta-feira (24), a apresentadora Cristiane Pelajo leu uma nota ao vivo em que a emissora pede desculpas ao ministro e aos assinantes do canal.

9 de jul de 2019

TRINTA E OITO BILHOES JA RECUPERADOS PELA LAVA-JATO



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A Lava Jato que incomoda

  • A quem interessa a onda de crimes cibernéticos contra integrantes da força-tarefa de Curitiba?

  • DELTAN DALLAGNOL, PAULO GALVÃO E ANTÔNIO CARLOS WELTER*, O Estado de S.Paulo
Os números da Lava Jato mostram que é justificado o incômodo que pessoas acostumadas à impunidade, incluídas algumas muito influentes e poderosas, sentem com relação à operação desde seu início.
Antes, eram raros os casos de corrupção em que se recuperavam mais de R$ 10 milhões. A corrupção compensava. Há alguns dias a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba anunciou com a Controladoria-Geral da União (CGU), a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Departamento de Justiça dos EUA a recuperação de R$ 819 milhões para os cofres públicos brasileiros. O valor será pago à Petrobrás por uma empresa estrangeira a título de multa e ressarcimento de prejuízos causados pela corrupção. Outro anúncio da força-tarefa, em maio, foi sobre a devolução de R$ 750 milhões por uma concessionária de pedágios. É possível que a Lava Jato recupere neste ano mais de R$ 2 bilhões. Ao todo já são cerca de R$ 14 bilhões recuperados e R$ 24 bilhões em créditos tributários gerados.
Somente em 2019 oferecemos 11 denúncias contra 45 pessoas, incluindo um ex-governador do PSDB, além de um ex-senador e atual presidente do MDB. Em maio, obtivemos bloqueios de R$ 800 milhões e R$ 2 bilhões em relação ao MDB e ao PSB. Em Curitiba, 435 pessoas já foram acusadas por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Dessas, 159 foram condenadas a 2.249 anos de prisão.
São assustadores o número de investigados e também o poder. A Lava Jato e seus desdobramentos acusaram quatro ex-presidentes. Dois ex-presidentes da Câmara, dois ex-chefes da Casa Civil e vários ex-parlamentares foram presos, bem como um senador e um governador no exercício do mandato. Poderosos empresários foram responsabilizados às dúzias.
Por decisão do Supremo Tribunal Federal, as investigações alcançaram quase todos os Estados da Federação e, por causa do foro privilegiado, diferentes instâncias judiciais. A Lava Jato chegou a pelo menos 12 países, envolvendo 14 presidentes ou ex-presidentes da República.
Esses resultados foram obtidos pelo trabalho de centenas de agentes públicos. Só em Curitiba somos 15 procuradores e mais de 30 servidores na força-tarefa do MPF. Somam-se a nós outras forças-tarefas do MP e dezenas de servidores da PF e da Receita, integrantes do núcleo central das investigações. CGU, TCU, AGU, COAF, MJ, MP/PR e CADE também desempenham papel de extrema importância.
O trabalho feito em Curitiba foi submetido à Justiça, que testou e aprovou a regularidade da operação em incontáveis decisões – mesmo que haja entendimentos jurídicos divergentes, o que é natural. Além dos juízes da 13.ª e da 23.ª Vara, atuaram nos casos mais de 13 julgadores em três instâncias, que, além de decidir sobre casos com foro privilegiado, revisaram os atos e decisões da primeira instância. O Conselho Nacional do Ministério Público também teve a oportunidade de analisar a conduta da força-tarefa.
A finalidade da luta contra a corrupção não é encarcerar pessoas. É reduzir a morte, a miséria e o sofrimento humano causados pela corrupção. É promover a integridade e melhorar o ambiente de negócios. É construir um Brasil melhor. Esse foi o propósito que nos motivou a superar desafios e resistências e a defender reformas legislativas necessárias para tornar mais efetivo o combate à corrupção.
Não se espera que esse trabalho incômodo deixe de ser atacado. Uma ofensiva recente contra a Lava Jato foi a onda de crimes cibernéticos contra autoridades, integrantes do MPF incluídos.
Identificada a invasão, sem conhecer sua extensão, os procuradores da força-tarefa de Curitiba desativaram suas contas num aplicativo de mensagens, excluindo o histórico de seus celulares e da nuvem, em atendimento às recomendações de segurança da PF e da PGR, para proteger dados de investigações em curso e a segurança da equipe.
Esse tipo de ataque não é comparável à atuação de um whistleblower (reportante do bem), que tem acesso legítimo a conversas e decide repassá-las a autoridades. O ocorrido foi semelhante à invasão de uma residência por um criminoso que procura ouvir suas conversas e roubar seu celular, computador e qualquer outro pertence. Se isso for admitido, não se pode descartar que organizações criminosas passem a pagar para que residências e computadores de jornalistas, juízes e promotores sejam invadidos sistematicamente.
Esse ataque suscita várias questões: por que o hacker concentrou seus ataques em agentes da lei? Por que o material supostamente obtido não foi entregue a autoridades para aferição de sua integridade e autenticidade? Por que os supostos diálogos são revelados em pílulas, sem aferição dos contextos? A quem interessa tudo isso?
Não temos receio das conversas que tivemos em dezenas de grupos nos últimos cinco anos. Nossos atos são públicos e sempre tivemos por norte a lei e a ética. Prestamos e prestaremos contas de todos os procedimentos da força-tarefa.
Receamos, no entanto, fraudes, edições já reconhecidas, descontextualizações claras e distorções de supostas conversas, que são incoerentes com fatos e procedimentos. Nas mensagens supostamente obtidas pela atividade criminosa do hacker, é impossível recordar ou reconstituir o que é fato e o que é montagem em milhares de mensagens trocadas durante anos. A edição de uma palavra, a inserção de um “não” ou a construção de textos com frases esparsas podem alterar profundamente o sentido de supostas conversas. Não reconhecemos as mensagens divulgadas. As acusações são falsas e as narrativas criadas não retratam a realidade.
Há ainda muito trabalho a ser feito na Lava Jato. Dezenas de criminosos poderão ser responsabilizados e bilhões de reais, recuperados. Seguiremos cumprindo a função do MP com eficiência e respeito à Constituição e às leis, de modo coerente com nossa história.
* DELTAN DALLAGNOL, PAULO GALVÃO E ANTÔNIO CARLOS WELTER SÃO PROCURADORES DO MPF, INTEGRAM A FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO EM CURITIBA




4 de jul de 2019

NAO PRECISAMOS ACEITAR ESSE BRASIL DERROTADO QUE RECEBEMOS

Ernesto Araújo, a Força de Olavo de Carvalho nas Relações Exteriores Brasileiras.

O Pai da Lógica
03.07.2019

O presidente Bolsonaro não foi eleito apenas para aceitar o Brasil tal como o encontrou e deixá-lo como está. Não foi eleito para aceitar a política externa brasileira tal como a encontrou, para meramente levantar mecanicamente a bandeira do pragmatismo e pronto.

ernesto-araujo


Não gosto de Wittgenstein.
O presidente Bolsonaro não foi eleito apenas para aceitar o Brasil tal como o encontrou e deixá-lo como está. Não foi eleito para aceitar a política externa brasileira tal como a encontrou, para meramente levantar mecanicamente a bandeira do "pragmatismo" e pronto. Não é isso que o povo brasileiro - feito de seres pensantes e independentes, com suas próprias paixões e idéias, e não robôs pós-modernos - quer e merece.
A política externa brasileira precisa mudar: isso faz parte do mandato sagrado do povo confiado a Jair Messias Bolsonaro.
Estamos convencidos de que o Brasil tem um papel muito maior a desempenhar no mundo do que esse que atualmente nos atribuímos.
Queremos promover a liberdade de pensamento e de expressão em todo o mundo. Isso é essencial para promover qualquer outra mudança e qualquer outra liberdade. A eleição de Bolsonaro no Brasil só foi possível porque as pessoas puderam trocar livremente suas idéias e expressar seus sentimentos, sem serem tolhidas pela camisa-de-força da mídia tradicional. Essa lição não tem preço. Infelizmente, no mundo de hoje, há países onde o pensamento é controlado diretamente pelo Estado, e há países, principalmente no Ocidente, onde o pensamento é controlado, de forma indireta e insidiosa, pela mídia e pelos acadêmicos, deixando pouquíssimos espaços livres da opressão wittgensteiniana da morte-do-sujeito. O Brasil mostrou agora que é possível se libertar e, pela simples força da palavra, transformar a realidade política de um país de 200 milhões de pessoas, desmontando pacificamente um sistema de décadas de crime e corrupção por meio da coragem, determinação e sinceridade.
Também queremos promover a paz e a segurança em nossa região e em toda parte. Mas não se promove a paz e a segurança fingindo que elas não sofrem ameaças e que não há nada que se possa realmente fazer a respeito. É preciso enfrentar as ameaças, e a maior delas vem de regimes não-democráticos que exportam o crime, a instabilidade e a opressão. Ditaduras como Venezuela e Cuba não desaparecerão pelo simples desejo de que sumam. Ainda mais quando alguns nem desejam. Ainda mais quando alguns as deixam manter e ampliar seu poder, com a desculpa de que isso seja "o mundo tal como o encontramos" ou "o caminho natural das coisas".
E queremos, é claro, fazer comércio. A política comercial brasileira, como parte de nossa política externa, ficou adormecida por muito tempo. Estamos determinados a negociar acordos de comércio, de investimentos e de tecnologia com todos os nossos parceiros, de forma ambiciosa e criativa, explorando diferentes modelos com diferentes parceiros, tendo sempre em mente as necessidades concretas do setor produtivo.
Os críticos dirão que, ao falarmos sobre liberdade e democracia, e ao levar esses conceitos a sério, estamos sendo "ideológicos". Argumentam que a defesa da liberdade e da democracia colocará nosso comércio em risco. Seria um mundo triste, se esse fosse o caso. Mas estou convencido de que um Brasil muito mais assertivo, um país que fala com sua própria voz em vez de dublar a de outros, será um parceiro muito melhor - no comércio ou em qualquer outra área.
Algumas pessoas acham que nossa abordagem de marketing deveria ser: "Olha, eu sou o Brasil. Eu não acho nada. Eu não tenho idéias. Assim como o sujeito desconstruído de Wittgenstein, eu não tenho um 'eu'. Eu não incomodo ninguém. Faça negócios comigo!"
Mas isso não funciona. Ninguém respeita esse tipo de comportamento, e você não faz bons negócios quando não há respeito. Vejam a China. A China defende, sem pedir desculpas, seu interesse nacional e sua identidade, suas idéias específicas sobre o mundo, defende seu sistema - e todos fazem cada vez mais negócios com a China. Por que outros países devem ser obrigados a esposar certas ideias antes de serem considerados bons parceiros comerciais? Devemos renunciar a nossos compromissos com a liberdade e a democracia quando outros não são obrigados a renunciar a seus compromissos com seus próprios sistemas?
O Brasil mostrará que você pode aumentar sua participação no comércio internacional e nos fluxos de investimento, ao mesmo tempo em que sobe confiante no palco mundial para defender a liberdade, falando com a própria voz da sua nação.
A política externa brasileira pode mudar, e o mundo pode mudar. Não precisamos aceitá-los tais como os encontramos.
Artigo originalmente publicado no site da Bloomberg, em português e inglês em 07 de Janeiro de 2019 - 12h54
Conclusão
Acordos como esse da UE/Mercosul, nas mãos do PT, não sairiam nunca, porque eles trazem riqueza e o PT adora a pobreza, vive dela para criar a narrativa do coitadismo e do Estado Pai dos Pobres. Depois de décadas de política externa desastrosa, comandadas por tipos como Aloysio Nunes e Celso Amorim, finalmente temos um chanceler que entende como a política externa funciona. Não podemos esquecer de que é um olavista e que Olavo de Carvalho teve papel importante em lhe mostrar a força proveniente das virtudes.

03.07.2019O Pai da Lógica
https://opaidalogica.websiteseguro.com/ernesto-araujo-olavo-de-carvalho.html?fbclid=IwAR1_Kj2uapB33mRrQTF70X7Jx5aMcnK9C-nmGrHW3U4g-3YwvpmDvzWw8nI

26 de jun de 2019

DESCUBRAM AQUI O QUE O STF FEZ COM O BRASIL E DECIDAM SE DEVEMOS NOS CALAR.

PRESTEM ATENCAO NA FALA DA JUIZA LUDMILA E TOMEM CONSCIENCIA DE COMO FOMOS INGENUOS EM NOS DEIXAR ENGANAR PELO NEFASTO STF

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Qualquer cidadao tem que assistir a esse pronunciamento da Juiza de Direito do Tribunal de Justica de Minas Gerais, LUDMILA LINS GRILO que da, nao uma "Cuspida" na cara de cada MINISTRO DO STF, mas da sim, uma AULA SUPREMA a esses INFAMES que estao
- MODIFICANDO A CONSTITUICAO,
- INVENTANDO O LEIS QUE NAO ESTAO NA CONSTITUICAO,
- PASSANDO A PERNA NO CONGRESSO, FAZENDO LEIS.
- ENGANANDO O POVO QUE NAO CONHECE A LEI
So que a partir de agora voce nao pode alegar que nao sabe o que eles fizeram ate agora e porque eles estao fazendo o que querem, sempre em favor do Socialismo, Comunismo, Islamismo, e outras aberracoes que eles proprios tem nas suas maditas cabecas. Assistam tudo e guardem esse video, que vai dar problemas.
Eu tenho certeza que serei BLOQUADA de novo, mas estou me arriscando para que todos fiquem bem informados. Parabens pelo video BIA KICIS!!!
Lembran-se que sempre lhes falei sobre a AGENDA 2030, da ONU, pois ai esta, a juiza LUDMILA falando sobre essa maldita AGENDA.

https://www.facebook.com/biakicisoficial/videos/2353369414709898/