21 de jan de 2019

GOVERNO COM UM REFORCO DE PESO COM PATRIOTAS DAS FFAA

Bolsonaro ja nomeou 45 militares para colaboradores do seu governo.

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Saudamos o novo governo pelas escolhas do pessoal  atraves da MERITOCRACIA,deixando para a historia negra do nosso pais, as tais escolhas atraves de favores a partidos onde o que contava era a CLEPTOCRACIA.

BONS VENTOS ESSES QUE SOPRAM NO BRASIL

                Esta totalmente de acordo com a vontade dos seus eleitores que ansiavam por uma intervencao Militar mas que gracas a candidatura de Bolsonaro essa preferencia passou para a pessoa dele ja que sabiamos que ele e benquisto nos meios militares por ter sido um Capitao da Aeronautica. 
                Na verdade quando os militares estavam no poder, os cargos importantes nao foram preenchidos por militares e por terem escolhido ministros politicos foi que algumas coisas deram erradas, apesar de muitos acertos. Vamos torcer para que o governo de Bolsonaro seja mesmo excelente e que possamos esqucer tantas amarguras que nos maltrataram tanto como a deficiencia na Saude, Educacao, Seguranca, Moradia e todas as areas que foram esquecidas pelo governo corrupto do PT, bem como tambem no governo de FHC, por causa de tanta corrupcao, que nos deixou uma heranca maldita de ROMBO nas financas publicas e milhares de criminosos que estao sendo ainda julgados pela Lava-Jato. 

Leia a reportagem no link abaixo:

https://republicadecuritiba.net/2019/01/21/bolsonaro-ja-nomeou-45-militares-para-controlar-ate-21-areas-do-governo/

19 de jan de 2019

PARA A MIDIA, CATASTROFE NAO ACONTECEU MAS O GOVERNO JA ERROU!!!

J.R.GUZZO
Nem Átila
É realmente uma canseira, mas não tem outro jeito. A cada vez que você vai escrever ou falar alguma coisa sobre a imprensa no Brasil, é preciso explicar direitinho, se possível com desenho e quadro-negro, que o autor não é ─ repetindo: não é, de jeito nenhum, nem pensem numa coisa dessas ─ contra a liberdade de imprensa. Não está pedindo a volta da censura, mesmo porque seria legalmente impossível. Não quer a formação de uma polícia para fazer o “controle social dos meios de comunicação”. Não está “a favor dos militares e contra os jornalistas”. Não acha, pelo amor de Deus, que é preciso fechar nenhum jornal, revista, rádio, televisão, folheto de grêmio estudantil ou seja o que for. Não lhe passa pela cabeça sugerir aos donos de veículos e aos jornalistas que publiquem isso ou deixem de publicar aquilo; escrevam em grego, se quiserem, e tenham toda a sorte do mundo para encontrar quem leia. Com tudo isso bem esclarecido, então, quem sabe se possa dizer que talvez haja um ou outro probleminha com a imprensa brasileira de hoje. Um deles é que a mídia está começando a revelar sintomas de Alzheimer ou de alguma outra forma de demência ainda mal diagnosticada pela psiquiatria.
É chato lembrar esse tipo de coisa, mas também não adianta fazer de conta que está tudo bem quando dizem para você dia e noite, 100 mil vezes em seguida, que o novo governo brasileiro provou ser o pior que a humanidade já teve desde Átila, o Huno. Não faz nexo. Até Átila precisaria de mais de duas semanas de governo para mostrar toda a sua ruindade ─ e olhem que ele foi acusado de comer carne humana e andava cercado de lobos, em vez de cachorros, sendo que nenhum dos seus lobos era bobo o suficiente para chegar perto do dono quando sentiam que o homem não estava de muito bom humor naquele dia. Além disso, errar em tudo é tão difícil quanto acertar em tudo. Talvez fosse mais racional, então, recuar para uma antiga regra da lógica: as ações devem ser julgadas pelos resultados concretos que obtêm, e não por aquilo que você acha delas. Um governo só pode ser avaliado depois de se constatar se as coisas melhoraram ou pioraram em consequência das decisões que colocou em prática. O número de homicídios, por exemplo ─ aumentou ou diminuiu depois de doze meses? A inflação está em 2% ou em 20%? O desemprego caiu ou subiu? E por aí vamos.
Mas essa lógica não existe no Brasil de hoje. Está tudo errado, 100% errado, porque é assim que decretam os estados de alma dos proprietários dos veículos e dos jornalistas que empregam ─ e não porque mediram algum resultado concreto. Ou seja: ainda não aconteceu, mas o governo já errou. A condenação começou no dia da posse de Bolsonaro e dali até hoje não parou mais. Os jornalistas, denunciou-se já nos primeiros minutos, não receberam instalações à altura da sua importância para a sociedade. Donald Trump não veio. O discurso de estreia foi ruim ─ embora não tivessem publicado uma sílaba de algum discurso presidencial anterior, para que se pudesse fazer uma comparação. Há generais em excesso no governo ─ e qual seria o número ideal de generais no governo? As médias das administrações de Sarney para cá? A média mundial? O que é pior: o general A, B ou C ou os ministros Geddel, Palocci ou Erenice? Há poucos nordestinos. O ministro do Ambiente acha que esgotos, por exemplo, ou coleta de lixo, são problemas ambientais sérios. Conclusão: ele vai abandonar a Amazônia para os destruidores de florestas.
Como o doente que repete sem parar a mesma coisa, não consegue descrever o que vê pela janela, e esquece tudo o que lhe foi demonstrado 1 minuto atrás, a imprensa travou. A prisão do terrorista Cesare Battisti foi uma “derrota” para Bolsonaro; imaginava-se que teria sido uma derrota para Battisti, mas a mídia quer que você ache o contrário. O acesso à armas de fogo para que um cidadão (só aquele que queira), tenha a chance de exercer o direito de legítima defesa antes de ser assassinado, vai desencadear uma onda de homicídios jamais vista na história. Como as armas de fogo são caras, denuncia–se que a medida é “pró-elites”. E se vierem a baixar de preço? Passarão a ser melhores? Quando alguém começa a escrever coisas assim, e faz isso o tempo todo, é porque parou de pensar; o cérebro não está mais ligando Zé com Zé. É um problema. Os leitores, cada vez mais, estão percebendo que a imprensa é inútil. Não só eles. No dia em que o governo descobrir que não precisa mais prestar atenção à mídia, vai ver que está perdendo uma montanha de tempo à toa.

18 de jan de 2019

LULA RECEBIA DINHEIRO VIVO DENTRO DO AVIAO PRESIDENCIAL

Palocci: Lula recebia propina em caixas de uísque (até dentro de avião)

Palocci relatou entrega de valores diretamente a Lula 



O ex-ministro Antonio Palocci relatou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva recebeu propinas dentro de caixas de uísque “até em avião”. O dinheiro era repassado pela empreiteira Odebrecht. O ex-ministro fez a afirmação em delação premiada anexada na quinta-feira (17) ao inquérito da Polícia Federal sobre a Usina de Belo Monte, que corre sob sigilo.
O depoimento de Palocci foi concedido em abril do ano passado e homologado três meses depois pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).
Além de afirmar que Lula recebeu valores ilegais na construção da hidrelétrica, na colaboração com a Justiça, feita no âmbito da Operação Lava Jato, Palocci também cita que a ex-presidente Dilma Rousseff sabia e autorizou pagamentos da empreiteira Andrade Gutierrez ao PMDB durante campanha eleitoral. Entretanto, ela teria negado repasses ao PT.
Consta no documento que o ex-ministro “se recorda que, dos recursos em espécie recebidos da Odebrecht, levou em oportunidades diversas cerca de 30, 40, 50 e 80 mil reais em espécie para o próprio Lula”.

ALERTA URGENTE DO PROFESSOR OLAVO DE CARVALHO


Olavo de Carvalho faz grave alerta a Bolsonaro e atinge a "Gleisi Hoffmann do PSL"



Estou com o professor Olavo de Carvalho e tambem estou alerta contra esses deputadozinhos que foram eleitos agora e que se acham ja no direito de comecar a passear com o dinheiro publico?
Vao la fazer acordos espurios justamente com um pais comunista que esta sendo desmascarado tanto pelo governo Norte-americano quanto por Bolsonaro, que sabe das tramas comunistas contra nosso pais e tem tentado desfazer alguns atos de Dil-ma, onde ela "baixou as calcas", paticamente entregando parte do pais a sanha do governo chines? Lembram se do tal BRICS, para o qual a Dil-ma entregou 28 BILHOES de dolares e so para ter direito de ser incluido no bloco de paises comunistas. Brasil, Russia, India, China e Africa do Sul? E o mesmo que Foro de Sao Paulo, Mercosul, Unasul, tudo o mesmo lixo, so para roubar o Brasil! Sera que essas pessoas que se candidatam, e conseguem ser eleitos nao tem um minimo de conhecimento e discernimento do que e errado e prejudicial ao pais e ao povo?
https://youtu.be/ONqaXpen7gs

14 de jan de 2019

PRESIDENTE, FECHE ESSA MALDICAO QUE FHC DEIXOU, ESTA CHEIO DE COMUNISTAS

AGÊNCIAS REGULADORAS SÃO HERANÇA MALDITA DOS COMUNISTAS DESDE FHC. DETONA PRESIDENTE BOLSONARO!

E os efeitos nefastos do governo do comunista Fernando Henrique Cardoso que criou a reeleição e permaneceu no poder de 1995 a 2003 entregando de bandeja a Presidência da República para Lula e seus sequazes, ainda podem ser sentidos na atualidade. Uma dessas porcarias comunistas criadas pelo FHC foram as tais "agências reguladoras", que no final das contas têm mais poder do que os Ministérios.

TEM DE POR UM FIM NESSE ROUBO DO SALÁRIO PRATICADO POR ESSES BUROCRATAS DO GOVERNO FEDERAL! DESGRAÇADOS! MALDITOS!

Espera-se ardentemente que o Presidente Jair Bolsonaro passe um pente fino em tudo isso. Ninguém aguenta mais sustentar marajás do serviço público empoleirados em agências criadas pela volúpia do empreguismo para acomodar comunistas. Alguma coisa tem de ser feita!
O CÍRCULO DE FERRO:
FECHA PRESIDENTE BOLSONARO!
Vejam só: no total são 12 agências reguladoras, pelo que pude apurar, cada uma praticamente igual a um Ministério: 
Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) promove o desenvolvimento das telecomunicações no País. Criada em 1997, a agência tem independência administrativa e financeira e não está subordinada a nenhum órgão de governo. A Anatel tem poderes de outorga, regulamentação e fiscalização e deve adotar medidas necessárias para atender ao interesse do cidadão.
Agência Nacional de Petróleo (ANP) 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foi criada em 1998 para regular as atividades da indústria de petróleo e gás natural e dos biocombustíveis. Autarquia federal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), a ANP estabelece regras, contrata profissionais e fiscaliza as atividades das indústrias reguladas.
Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), autarquia criada em 1996, regula e fiscaliza a geração, a transmissão, a distribuição e a comercialização da energia elétrica. Vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), também atende a reclamações de agentes e consumidores e media os conflitos de interesses entre os agentes do setor elétrico e entre estes e os consumidores.
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) 

Criada em 2000, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é vinculada ao Ministério da Saúde. A ANS promove a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde, regula as operadoras setoriais, inclusive quanto às suas relações com prestadores e consumidores, e contribui para o desenvolvimento das ações de saúde no país.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi criada em 1999, tem independência administrativa e autonomia financeira e é vinculada ao Ministério da Saúde. A agência protege a saúde da população ao realizar o controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços que devem passar por vigilância sanitária, fiscalizando, inclusive, os ambientes, os processos, os insumos e as tecnologias relacionados a esses produtos e serviços. A Anvisa também controla portos, aeroportos e fronteiras e trata de assuntos internacionais a respeito da vigilância sanitária.
Agência Nacional de Águas (ANA) 

Criada no ano 2000, a Agência Nacional de Águas (ANA) é vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), mas tem autonomia administrativa e financeira. A agência implementa e coordena a gestão dos recursos hídricos no país e regula o acesso à água, sendo responsável por promover o uso sustentável desse recurso natural, a fim de beneficiar não só a geração atual, mas também as futuras.
Agência Nacional do Cinema (Ancine) 

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) é uma autarquia especial e, por isso, tem independência administrativa e financeira. Criada em 2001 e vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), a agência tem como objetivo principal o fomento à produção, à distribuição e à exibição de obras cinematográficas e videofonográficas. Além disso, a Ancine regula e fiscaliza as indústrias que atuam nessas áreas.
Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) 

Criada em 2001, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) é vinculada ao Ministério dos Transportes e tem autonomia financeira e administrativa. A agência implementa, em sua área de atuação, as políticas formuladas pelo ministério e pelo Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte (Conit). Além disso, regula, supervisiona e fiscaliza os serviços prestados no segmento de transportes aquaviários e a exploração da infraestrutura portuária e aquaviária exercida por terceiros.

Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) 
A Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) foi criada em 2001, é vinculada ao Ministério dos Transportes e tem independência administrativa e financeira. A agência é responsável pela concessão de ferrovias, rodovias e transporte ferroviário relacionado à exploração da infraestrutura; e pela permissão de transporte coletivo regular de passageiros por rodovias e ferrovias. Além disso, a ANTT é o órgão que autoriza o transporte de passageiros realizado por empresas de turismo sob o regime de fretamento, o transporte internacional de cargas, a exploração de terminais e o transporte multimodal (transporte integrado que usa diversos meios).

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)

Criada em 2005 para substituir o Departamento Nacional de Aviação Civil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) tem a função de regular e fiscalizar as atividades do setor. É responsabilidade da autarquia, vinculada à Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, garantir segurança no transporte aéreo, a qualidade dos serviços e respeito aos direitos do consumidor.

LEIA TUDO AQUI: http://aluizioamorim.blogspot.com/2019/01/agencias-reguladoras-sao-heranca.html?

UMA NACAO JUSTA E DESENVOLVIDA REQUER A RUPTURA COM PRATICAS QUE FORAM NEFASTAS


VALENTE  DEFENSOR DA LIBERDADE: ENTRE  CHURCHILL  E  BOLSONARO

por Ricardo Sondermann. Artigo publicado em  Em 26 de outubro de 1952, Winston Churchill vence as eleições e inicia seu segundo mandato como Primeiro Ministro da Grã-Bretanha, neste momento com 77 anos de idade. Em 09 de novembro de 1951, Churchill discursa em um banquete em sua homenagem, organizado pelo prefeito de Londres, em Guildhall[1]. Para muita gente, sua recondução ao cargo foi um pedido de desculpas de todo um país a seu maior estadista, seis anos depois de sua surpreendente derrota para os trabalhistas, quando acabara de liderar a pátria na Segunda Guerra Mundial. A derrota do Partido Conservador em 1945 fora interpretada como um sinal de que Churchill era visto como um líder ideal em situações de emergência, mas não em tempos de paz.

Nesta ocasião, Churchill declara que:
“(…) qualquer que seja a forma das coisas caminharem, não iremos faltar com o nosso dever, quão impopular este seja. Não são aplausos que procuramos ganhar ou votos que tentamos angariar, mas sim respeito e confiança. Isso não virá apenas com palavras, mas somente com ações que se sustentem pelos seus resultados, que não são conseguidos com o aceno de um bastão. É necessário tempo para uma nova administração entender e medir os fatos que nos circundam, em um arranjo confuso e ameaçador. É necessário mais tempo para que os remédios que propomos, e vamos propor, possam produzir efeitos curativos. Nada poderia ser mais fácil que este país, separado politicamente em partes, tremer e trepidar a caminho da falência e da ruína. … Sem duvida, o governo de Sua Majestade cometerá erros. Não vamos hesitar em admiti-los. Eu cometi erros de guerra. É, porém, sempre um conforto, em tempos de crise, sentir que se percorre o caminho do dever, de acordo com o conhecimento que lhe é concedido. Desta forma, não é preciso temer o que possa acontecer’.
Em 1º de janeiro de 2019, Jair Messias Bolsonaro tomou posse como o 38º presidente do Brasil após um processo eleitoral desgastante, conturbado e por vezes violento. O Brasil está mudando de mãos e no comando está a esperança da retomada de valores éticos, humanos e básicos, subtraídos do brasileiro comum por um grupo de políticos, magistrados e empresários interessados na construção de um socialismo mágico e impossível. O Brasil profundo disse não aos desmandos e a classe média, normalmente ausente da discussão e mais do que isso, da ação política, tomou as ruas, militou por votos, atuou nas redes sociais e no seu cotidiano, conquistando eleitores e trabalhando para seus candidatos. Todo este esforço foi recompensado com uma guinada não só à direita do espectro político (que eu pessoalmente acredito ser uma discussão ultrapassada, mas isto é tema para outro artigo), mas um retorno à discussão de valores que são essenciais a qualquer sociedade e que haviam se dissipado pelo policiamento do “politicamente correto”.
O Presidente Bolsonaro discorre que uma de suas prioridades “é proteger e revigorar a democracia brasileira, trabalhando arduamente para que ela deixe de ser apenas uma promessa formal e distante e passe a ser um componente substancial e tangível da vida política brasileira, com respeito à democracia”. A necessidade de mudanças no Brasil não pode ocorrer fora do ambiente democrático e do rule of law, ou o Império das Leis. Se as leis atuais não são mais adequadas a nossa realidade, deverão ser reformadas para atender a um novo momento cujos efeitos, não só o Brasil, mas o mundo inteiro, sente neste primeiro terço do século XXI. O presidente reafirma a importância deste sentimento quando diz que “esses desafios só serão resolvidos mediante um verdadeiro pacto nacional entre a sociedade e os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na busca de novos caminhos para um novo Brasil”.
Na mesma linha, o presidente empossado declara “que a construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer a ruptura com práticas que se mostram nefastas para todos nós, maculando a classe política e atrasando o progresso. A irresponsabilidade nos conduziu à maior crise ética, moral e econômica de nossa história”. Inicia-se uma nova fase no Brasil, uma fase de reconstrução nacional.
Agora, o que Winston Churchill e Jair Bolsonaro têm em comum? Sabemos quem foi o grande líder inglês que, por sua obstinada condução, salvou o ocidente da terrível ameaça nazista e da possível supressão da liberdade. Churchill até hoje exerce fortíssima influência por seus exemplos de clareza, visão, resiliência e a intransigente defesa dos valores judaico-cristãos e ajudou a escrever a história ocidental por seus feitos e, literalmente, por meio de sua extensa contribuição literária.
Jair Bolsonaro têm à sua frente um livro, ou vários, a serem escritos. Sua atuação politica é conhecida no legislativo, mas pela primeira vez ascende a um cargo executivo e, justamente, ao mais importante deles. O presidente demonstra suas fortalezas e fraquezas e não esconde que formou um governo que pretende atender às necessidades do país.
Churchill, em seu segundo mandato, e Bolsonaro, se assemelham no tamanho da tarefa que assumiram, na humildade de reconhecer suas fraquezas e na tenacidade que, respectivamente, demonstraram e demonstram para superar dificuldades. A Inglaterra dos anos 1950 enfrentava escassez de alimentos, de carvão e de energia, alta taxa de desemprego e desesperança com sua economia. Além da ameaça nuclear da guerra fria, pairava sobre a Europa a tomada do poder pela ideologia socialista-comunista na Europa Ocidental, pela via democrática e na Europa Oriental, pela força das armas. Bolsonaro terá que desmontar uma estrutura corporativista, que oscila entre uma banda criminosa e uma ideológica de esquerda, interessada em um projeto de poder e não de governo. Assim como Churchill, Bolsonaro deverá tomar ações imediatas, mas que deverão gerar resultados lentos e de difícil cálculo.
Porém, “grandes marinheiros se formam no mar e não no porto”, diz um velho ditado dos mares. As criticas vazias, pouco fundamentadas ou motivadas por torcidas de um lado ou de outro serão frequentes e será necessário que este novo governo não esmoreça, não perca o rumo ou queira atender a demandas eleitorais de curto prazo ou no sentido de apaziguar os descontentes. Estas demandas virão da grande imprensa (despreparada do ponto de vista técnico e/ou intelectual), dos partidos de oposição, do funcionalismo publico e suas corporações (que obrigatoriamente perderão seus privilégios disfarçados de direitos) e dos tais indefinidos “movimentos sociais”.
Muitas criticas também virão da direita, uma vez que muitos dos novos recém-chegados ou autodenominados liberais efetivamente pouco entendem sobre o liberalismo, suas raízes, objetivos, filosofia e autores. Como nas hordas esquerdistas, onde espalham-se frases feitas e a ignorância, as hordas do lado direito reproduzem comportamentos parecidos. E bem, não se podem esperar muita luz e inteligência dos meios acadêmicos onde prevalecem as trevas e a ignorância há mais de trinta anos. Onde se plantam laranjas não nascem maçãs.
Iniciaremos agora os primeiros esperançosos e temíveis 100 dias de governo. Muito deverá ser feito e nos cabe apoiar, sugerir e interpretar todas as decisões tomadas aos olhos das regras modernas para a tomada de decisões: prestação de contas (accountabilty), verificações e balanços (checks and balances) e os resultados econômicos da proposição e aplicação de leis (law and economics). A receita do lado econômico é conhecida: austeridade e responsabilidade fiscal, governança corporativa, privatizações e a simplificação fiscal e legal em benefício de um ambiente de negócios mais livre. No lado social, o reforço à segurança pessoal, o direito à vida e de autodefesa, a reorganização do modelo educacional e a defesa e a proteção do direito de expressão, credo e gênero.
Presidente Bolsonaro: mãos à obra, pois o tempo é curto e a luta pela liberdade não pode esperar mais. O que disse Churchill em 1951 ainda vale hoje em 2019: “não é preciso temer o que possa acontecer”.
[1] Guildhall: Edifício cuja construção foi iniciada em 1411 e concluída em 1440, e é o único edifício de pedra não pertencente à Igreja que sobreviveu até o presente. O complexo contém vários outros interiores históricos, além do salão, incluindo as grandes criptas medievais, a antiga biblioteca e da sala de impressão, os quais agora são usados como salas de eventos. Foi utilizada como tribunal, prefeitura e salão de conferências durante diversos séculos.

4 de jan de 2019

MAIS UMA MENTIRA DO PT DESMASCARADA

Na tentativa de sempre ganhar argumento na marra, a esquerda passou vergonha mais uma vez.
A posse do presidente Jair Bolsonaro trouxe ao Brasil pela primeira vez na história um chefe de Estado de Israel, no caso, Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro.
A transferência da embaixada brasileira de Tel-Aviv para Jerusalém foi um dos assuntos mais comentados na ocasião do encontro de Bolsonaro e “Bibi”, mas outro tema também foi apresentado: a tecnologia de dessalinização de água que abastece os moradores do país do Oriente Médio. Tal tecnologia poderia ser importada para o Brasil e ajudar no problema da seca do nordeste.
Tão logo foi anunciado o plano e a esquerda foi procurar algo para problematizar. Espalharam que já havia dessalinização no país e feito pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), tecnologia supostamente desenvolvida durante o governo Lula e, portanto, não era nenhuma novidade caso a parceria de Brasil e Israel fosse frutífera.
Mais uma mentira.
Na tarde desta quinta-feira, dia 3, a Embrapa foi ao Twitter comentar o caso:
“Olá! Ao contrário do que vem sendo divulgado, a Embrapa não desenvolveu a tecnologia de dessanilização de água. Ela desenvolveu tecnologias para aproveitamento de resíduos de dessalinização em cultivos de plantas halófitas e criação de peixes.”
Mais uma narrativa que morre.
o/ Rafael Rizzo

3 de jan de 2019

MINISTRO PAULO GUEDES, LIVRE-SE DAS ACUSACOES ANTES QUE ELAS COMECEM A APARECER



Paulo Guedes, Não Aceite as Contas do Governo Temer, Dilma, Lula e FHC




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Para o seu bem e o de Bolsonaro, não aceite as contas que você está herdando desses governos anteriores de Esquerda.
Adote os ensinamentos da Contabilidade por Responsabilidade, e livre-se das acusações que fatalmente virão.
Contabilidade normalmente serve os interesses dos acionistas, e no Brasil, do fisco.
Porém, a Contabilidade que você conhece não protege o gestor.
Por isso sugiro que você se proteja, e bem.
Na Contabilidade por Responsabilidade haverá clara distinção entre tudo o que você fizer, e tudo que você herdou.
Depois deixe comigo, eu vou divulgar constantemente que você só pode ser responsabilizado pelos seu atos, e não pelo desastre que você herdou.
Dia 1o. de Janeiro encerre o balancete do fim do dia, e atribua tudo à situação fiscal herdada.
Dia 2 de janeiro abra um balancete novo da União, um 2.0 por assim dizer, com todas as contas zeradas, caixa zero, patrimônio zero, e não esse negativo em quase 2,5 tri.
No final do Governo ou no dia em que você for destituído como Superministro, seu sucessor fará a mesma coisa.
Encerrará o seu balancete, e aí poderemos lhe avaliar corretamente.
Conhecendo você, seu balancete final trará um Patrimônio positivo, dinheiro no caixa, poucas dívidas.
Acho que você não está ciente, converse mais com o Levy, mas você está herdando um Passivo a Descoberto de R$ 7 trilhões, dos quais somente R$ 2,5 estão contabilizados.
Isso significa que você não poderá, apesar de prometido, vender nenhuma estatal, nem resgatar nenhum título público a partir de 1o. de janeiro, porque seria Fraude ao Credor.
Você estaria privilegiando um credor contra os demais credores a descoberto.
Siga esta sugestão que isso o protegerá contra as acusações injustas sobre o passado, e de processos por fraude aos demais credores do Estado.
Administração Responsável das Nações tem muito a aconselhar.

27 de dez de 2018

FABRICIO QUEIROZ E ENTREVISTADO E ESCLARECE TUDO!


O motorista Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), disse em entrevista ao SBT que parte do R$ 1,2 milhão que movimentou vem de negócios como compra e venda de carros Foto: Reprodução/SBT


COMO FICAM OS CRIMINOSOS QUE JULGARAM E O CONDENARAM SEM NEM OUVI-LO? QUERO RESPOSTAS A ESSE CRIME DE INJURIA E DIFAMACAO!!!

Esse video e um verdadeiro TAPA NO FOCINHO desses canalhas petistas, e de outros partidos corruptos pela perseguicao que tem feito ao ex assessor de Flavio Bolsonaro, Fabricio Queiroz! Nem tenho palavras para expressar tamanha indignacao que tenho dessa gente maldosa que fala e condena sem saber de nada. Vamos ver como ficarao os outros 21 assessores de outros deputados, esses realmente corruptos que foram descobertos gracas a bisbilhotice que fizeram com esse pobre homem, tentando incriminar toda a Familia Bolsonaro. Isso e para voces engulirem junto com sua grande lingua, seus oportunistas miseraveis que querem encontrar o que nao existe, quanto tem tanto ainda para descobrir dos crimes de Lula e de sua Gang de corruptos!

https://www.facebook.com/dionesguerreiro.guerreiro/videos/1292862694189397/