17 de mai de 2019

LIVIA SCHIAVINATO E JOANA D'ARC FELIX, DIFERENCA ENTRE A VERDADE E A MENTIRA


 Imagem relacionada Uma cientista brasileira de 33 anos desenvolveu uma espécie de caneta capaz de detectar células tumorais em poucos segundos. Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, apesar da pouca idade, já é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos.


Foi lá que, há quatro anos, ela iniciou os estudos de um dispositivo capaz de extrair moléculas de tecido humano e apontar, no material analisado, a presença de células cancerosas. A tecnologia está em estudo, mas já teve resultados promissores ao ser usada na análise de 800 amostras de tecido humano.
A pesquisadora, que já mora há dez anos nos EUA, para onde se mudou para fazer doutorado, está no Brasil nesta semana para apresentar os achados de sua pesquisa no congresso Next Frontiers to Cure Cancer, promovido anualmente pelo A.C. Camargo Cancer Center na cidade de São Paulo.
Nos Estados Unidos, Livia ganhou destaque na comunidade científica ao ser uma das personalidades selecionadas em 2018 para receber a renomada bolsa da Fundação MacArthur, conhecida como "bolsa dos gênios" e destinada a profissionais com atuação destacada e criativa em sua área. O prêmio, no valor de US$ 625 mil (cerca de R$ 2,5 milhões), é de uso livre pelo bolsista.
Veja materia inteira Aqui

MIDIA OMITE QUE UM MILITANTE DO PT ASSASSINOU UM SENHOR DE 75 ANOS POR ODIO A BOLSONARO

O crime de ódio que a imprensa esconde: Militante LGBT petista mata idoso de 75 anos
15/05/2019 às 14:46




Jefferson Carvalhaes, acusado do crime. (Foto: Reprodução/Facebook)

Um idoso de 75 anos foi morto à facadas quando ia à farmácia comprar seus remédios. O crime foi cometido por um militante lgbt, de esquerda e, segundo o próprio, filiado ao PT.

Preste bastante atenção à descrição acima, ela explica inequivocadamente porque este crime não receberá atenção da grande mídia. Não haverá matéria especial no Fantástico, não haverão dezenas de posts sincronizados com o mesmo título nas redes sociais, não haverão passeatas de repúdio à intolerância e nem artistas pedindo paz.


Não há nada nesse crime que os abutres esquerdistas da mídia possam aproveitar para promover seus interesses.

1. O crime foi cometido com uma faca, logo não poderão culpar as armas de fogo e pedir desarmamento.

2. O crime foi cometido por um militante lgbt, logo não poderão falar sobre a homofobia na sociedade.

3. A vítima não era negra, logo não poderão culpar o racismo.

4. O assassino é um militante de esquerda, logo não poderão alardear o grandioso perigo da "extrema-direita" intolerante.

5. O crime não foi cometido por policiais, logo não poderão culpar a opressão policial.

A vítima, Nery Onofre Rodrigues, era simplesmente um senhor de 75 anos que saiu de casa para comprar seus remédios. Seu erro imperdoável foi ter uma opinião política diferente do militante de esquerda que o matou.




Para a grande mídia, sua morte não merece atenção. O idoso estava no lado errado. O lado que não importa. O lado que é atacado e taxado de violento 24hs por dia pelo sistema de desinformação esquerdista. O lado que é censurado, expulso de faculdades, cuspido nas ruas, empurrado embaixo de carros e esfaqueado até a morte.

Segundo a grande mídia, o lado atacado é o intolerante e o lado que ataca é a vítima. Tudo dentro dos planos deles. Querem calar os conservadores pelo medo.

Ao taxar conservadores como racistas, homofóbicos, intolerantes, fascistas etc. O sistema esquerdista tem apenas um propósito: justificar a violência que irão usar para calar quem discorde da esquerda.

(Texto de Frederico Rodrigues)
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/14601/militante-lgbt-petista-mata-idoso-de-75-anos-a-facadas-por-intolerancia-politica?

8 de mai de 2019

**BOMBA, DESMASCARADOS OS VERDADEIROS INIMIGOS DA PATRIA


Olavo de Carvalho diz que Santos Cruz está envolvido em tráfico de influência

Reprodução | PR


Em postagens feitas nessa manha de quarta-feira no Facebook o filósofo Olavo de Carvalho ressalta alguns pontos da sua visão sobre a intriga que se desenrola nos últimos dias
O bandidinho, para escapar da lei, inventa toda uma conspiração internacional monstruosa, mobiliza o comando supremo das Forças Armadas e a mídia inteira, alertando para a ação sinistra de uma máfia mundial de olavettes financiada por fontes misteriosas, talvez pelo próprio governo americano…”
Divergências
A principal divergência entre “olavistas” e “generais” aparentemente é no método de encaminhar o país. Importante ressaltar que podem ser considerados como “olavistas” várias personalidades importantes que fazem parte do corpo de “conselheiros” de Jair Bolsonaro, entre eles Carlos Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e o chanceler Ernesto Araújo.
Olavo e seus alunos acreditam que deve-se rapidamente erradicar das instituições públicas qualquer vestígio da ideologia imposta pela esquerda nos últimos anos, que para eles teria contaminado desde a educação básica até as instâncias mais altas do governo.
Seguidores de Olavo de Carvalho ressaltam ainda o fato dos militares do alto escalão ter se mantido passivos e jamais ter se levantado para agir contra fatos temerários e possíveis afrontas a defesa nacional, como as múltiplas ações do Foro de São Paulo, tentativa de intromissão nos currículos das academias militares, imposição de militantes de esquerda no próprio ministério da defesa e até visitas secretas de espiões cubanos ao Palácio do Planalto na era Dilma – das quais até hoje não se revelou os registros formais.
Os generais, por sua vez, são taxativamente contra um enfrentamento mais direto. Demonstram que querem fazer concessões com o objetivo de ir abrandando aos poucos a polarização, para melhorar a governabilidade e fazer o país avançar com a sociedade cada vez menos polarizada. Não desejam, segundo disse Villas Bôas, substituir ideologias de esquerda por ideologias “de direita”.
“… SUBSTITUINDO UMA IDEOLOGIA PELA OUTRA NÃO CONTRIBUI PARA A ELABORAÇÃO DE UMA BASE DE PENSAMENTO…” (VILLAS BÔAS)
Os discursos de Villas Bôas do passado já apontavam para esse posicionamento. Há dois anos o general disse que o Brasil estava seriamente prejudicado por ter estacionado na polarização dos ano 60 – comunismo  capitalismo – que para ele já teria sido resolvida no restante do planeta.
Atitude Insana
Olavo de Carvalho diz que o general Santos Cruz exercia tráfico de influência com o objetivo de favorecer organizações de esquerda e que – de forma até infantil – o militar teria desconfiado que foi descoberto e que por isso resolver reagir. Olavo dá ainda a entender que Villas Bôas não foi o autor do texto publicado em sua rede social onde acusa-o de ser um Trótsky de direita.
A MENSAGEM ATRIBUÍDA AO GENERAL VILLAS-BOAS ENTROU AÍ…”
À tese de Olavo de que Villas Bôas não foi o autor aliam-se cada vez mais pessoas nas redes sociais.
Postagem de Olavo de Carvalho no Facebook, onde é seguido por 598 mil pessoas
Só agora começo a entender o que se passou. Quando esta briga começou, era só uma reação minha à atitude insana do Santos Cruz que respondia a um elogio meu com insultos. Só aos poucos os fatos mais significativos foram aparecendo por iniciativa de outras pessoas e sem que eu mesmo os investigasse no mais mínimo que fosse. Hoje compreendo que o Santos Cruz estava metido em tráfico de influência, tentando forçar o Ministério das Relações Exteriores a pagar convênios que o próprio presidente da República havia mandado suspender, e que favoreciam organizações notoriamente esquerdistas, inimigas do governo. Acossado pelas minhas palavras, o espertinho imaginou que eu havia investigado suas atividades e desencadeado uma espécie de operação-devassa contra ele através de um “exército de olavettes”. Aterrorizado, tratou de mobilizar céus e terras contra uma “conspiração internacional”, envolvendo nisso até o comandante Vllas-Boas, um grupo de dez senadores e várias organizações de mídia. A mensagem atribuída ao general Villas-Boas entrou aí como ardil , na expectativa de que eu, na resposta, ofendesse o general adoentado e pudesse então ser acusado de agressão a um cadeirante. Infelizmente, os executores da operação se apressaram, colocando a acusação online ANTES de que eu enviasse qualquer resposta ao general Villas-Boas e assim desmascarando, sem querer, a farsa toda.”

6 de mai de 2019

OPOSICAO INSISTE NOS VELHOS CHAVOES, BOLSONARO DERRUBA ATOS OBCENOS






DUAS  ESPERANÇAS  MOBILIZAM  O  BRASIL

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Conservador, fim do caos do comuno/socialismo
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Retrocesso, apoio a Maduro, genocida

por Percival Puggina. Artigo publicado em 

 “A única escolha que faz sentido para a oposição, hoje, é ser 100% contra qualquer ideia que tenha chance de melhorar o país.” (J.R.Guzzo, tweet em 27/04)
 Vivemos tempo demais sob a severa influência de uma ideologia escancaradamente reacionária. Aliás, com tanto por modernizar talvez devesse afirmar que ainda vivemos tempos remotos, paleolíticos. Os adeptos dessa ideologia, atuando em salas de aula, acorrentando-se a fórmulas superadas, se dedicam, por todos os modos, a puxar as rédeas da humanidade, da civilização e do país. Foi em nome dessa ideologia, num prenúncio do que estava por vir, que saíram às ruas no ano 2000 a vociferar contra o Descobrimento.
Vale lembrar os fatos. Aqui no Rio Grande do Sul, Olívio Dutra era governador e Raul Pont prefeito da Capital. Um grande relógio fora montado no ano anterior pela Rede Globo em contagem regressiva para o dia 22 de abril. Ficava próximo à Usina do Gasômetro. Tanta era (e continua sendo) a repulsa pela história nacional que, chegado o dia dos festejos, um grupo de trabalhadores em não sei o que resolveu acabar com o relógio. Espontaneamente, sem qualquer combinação, chegaram juntos, na hora certa, equipados e bem dispostos. Sua posição sobre os 500 Anos afinava-se pelo diapasão do petismo que dava as cartas e jogava de mão no Estado e na prefeitura. Tocaram fogo no artefato sob os olhos atentos da Brigada Militar, num dia em que oficial circulava sem camisa, inspetor de polícia dava ordens para capitão e secretário de Estado assistia tudo sorrindo. Era a festa dos Outros Quinhentos.
Chamavam de Invasão o feito de Cabral, e, por algum motivo obscuro, não o escolheram patrono do MST. É claro que se os portugueses tivessem tocado direto para as Índias, nosso país seria hoje o que são as tribos que se mantiveram sem contato com a civilização. Vale dizer: viveríamos lascando pedra.

Essa ideologia, se pudesse, acabaria com o imenso usucapião denominado Brasil. Os negros voltariam à África, os invasores brancos seriam banidos para a Europa e os índios promoveriam uma continental desapropriação do solo e das malfeitorias aqui implantadas. Alerta: os defensores de tão escabrosa geopolítica se aborrecerão terrivelmente se você apontar o racismo embutido nesses conceitos que viriam a dividir os brasileiros a partir da eleição de Lula em 2002.
O estrago foi grande. Não voltamos às cavernas como se poderia presumir do discurso retrógrado que condenava o “grande capital”, a “grande empresa”, a “grande propriedade”, e para o qual até o nomadismo parecia fenômeno reprovável, precursor do famigerado neoliberalismo. No entanto, se não voltamos às cavernas, se o agronegócio não acabou e não tocamos tambor para chover, os “negócios” foram tantos e tão grandes que o país entrou em recessão, a economia foi para o saco, as contas nos paraísos fiscais engordaram e os desempregados se contam em oito dígitos. Tal história, como se sabe, acabou nos confessionários de Curitiba.
Dois grupos disputam espaço político no Brasil. De uma banda, o novo governo, de perfil liberal e conservador, inova e alimenta a esperança de que, modernizando-nos, podemos escapar do caos. De outra, a oposição, que recicla velhos chavões, bate palmas para Maduro, se aferra ao paleolítico e alimenta o caos com esperança de voltar.

4 de mai de 2019

BIA KICIS, A DEPUTADA QUE HONRA O VOTO DE CADA ELEITOR

A FIEL ESCUDEIRA DE BOLSONARO: POLÍTICA, SIM; SAFADEZA, NÃO
Resultado de imagem para Fotos de Bia Kicis
Camara dos Deputados.

Em uma entrevista exclusiva ao repórter Caio Junqueira, da revista Crusoé, Bia Kicis fala sobre a relação com o presidente e demonstra confiança no sucesso do seu governo.
Segundo a “escudeira” de Bolsonaro, o problema na relação entre Executivo e Legislativo não está na articulação política — mas “no que as pessoas pensam que seja articulação política”.
As velhas práticas precisam mudar, diz Bia Kicis.
Leia este trecho da entrevista:
Nós temos parlamentares que já estavam aqui e que foram reeleitos e estavam acostumados a jogar de um jeito. Eles estão tendo que aprender a jogar de uma forma nova. E temos parlamentares novos de primeiro mandato, muitos como eu, que temos que aprender o jogo. Só que a gente tem que aprender o jogo novo. Queremos fazer política aqui dentro, não safadeza.”
Bia Kicis também se diz aliviada todos os dias pela vitória de Bolsonaro sobre o PT no segundo turno das eleições.
Perguntada sobre qual o balanço faz dos 100 primeiros dias de governo, veja o que ela disse:
Todo dia ao acordar o primeiro pensamento meu é agradecer a Deus porque o presidente é Bolsonaro. Se não fosse ele, nós teríamos (Fernando) Haddad na Presidência. Imagine hoje a gente com Haddad na Presidência, o Lula possivelmente solto e o governo brasileiro apoiando um genocida como (o ditador venezuelano) Nicolás Maduro. Então eu fico muito feliz.”
E ela disse mais na entrevista à Crusoé.
Ela também fala sobre Olavo de Carvalho, de quem é admiradora assumida…
e afirma que os partidos do Centrão serão castigados nas urnas se não se alinharem às propostas do Planalto.
É uma conversa reveladora que apresenta a você uma figura cada vez mais importante no círculo do poder.
Que tende a ganhar ainda mais força pela influência que já exerce sobre Bolsonaro.
A Crusoé revela quem é a escudeira de Bolsonaro, o que ela pensa sobre o Brasil e quais são os seus planos mais imediatos.
É o tipo de informação que só o jornalismo independente e investigativo pode oferecer a você.
Essa é a missão da Crusoé.
Levar a você informação de qualidade e depoimentos exclusivos que acrescentam ao debate público.
Informar.
Revelar.
Esclarecer.
Esse é o nosso compromisso.

28 de abr de 2019

A QUIMERA DE UM MENTIROSO

Caros amigos, vejam aqui como e bom ter uma irma poetisa e sobretudo bem informada sobre todos os assuntos do momento e atenta a tudo o que acontece a nossa volta. Vale a pena ver esse poema que mostra um tema bem atual e de interesse daqueles que querem um Brasil justo e ppromissor para todos.

Resultado de imagem para fotos de lula mentiroso.


O PAI DA MENTIRA 
************************
Eis que surge lá da cela
O presidiário decadente
Para dar uma entrevista
De conteúdo indecente
Deixando envergonhados
Mesmo os seus aliados
Vermelhos, mas coerentes.

O velho que se acha Deus
Destilou ódio e demência
Mas seu talento de ator
Ficou bem em evidência
Mentiu tanto o aloprado
Se vestiu de desgraçado
Pra provocar complacência.

Jornalistas adestrados
Babavam de tanto prazer
Foram assim doutrinados
Mentem para receber
Salários até faraônicos
Bebem do vinho satânico
Para o mestre obedecer.

O Brasil sente vergonha
Diante de tanta injustiça
Deixa de mão amarrada 
Até a própria polícia
O povo está preso em casa
Bandido famoso tem asa
Ri da nossa cara e ameaça
O trabalhador que agoniza.

28/04/2019___12:01

17 de abr de 2019

LIBERDADE E DEMOCRACIA SAO FUNDAMENTAIS PARA BOLSONARO

Reação Às Ameaças Do STF: Presidente Bolsonaro & Forças Armadas São Os Garantidores Da Democracia


por paulo eneas
Diante dos ataques indisfarçados que a suprema corte brasileira vem fazendo contra a democracia e a liberdade de expressão, a única reação à altura observada até o momento é a do Presidente Jair Bolsonaro, que avalia enviar uma PEC ao Congresso Nacional para assegurar e reforçar o dispositivo constitucional que garante a liberdade de expressão.
A iniciativa do presidente contrasta com a paralisia e conivência do Congresso Nacional diante das arbitrariedades quase diárias do STF. Arbitrariedades essas que são cometidas contra o próprio parlamento por meio do ativismo judicial da suprema corte, que de tempos em tempo toma para si a função de legislar, usurpando uma prerrogativa do Congresso, que aceita essa usurpação sem qualquer reação.
A PEC a ser encaminhada pelo Presidente Bolsonaro possivelmente será inspirada na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos: aquela que assegura o pleno exercício da liberdade de expressão contra qualquer ingerência do poder político ou mesmo do poder judiciário. Por esta razão, a PEC começou a ser chamada de Primeira Emenda de Bolsonaro.
Não deixa de ser irônico e ao mesmo tempo uma lição de grandeza moral o fato de o Presidente Bolsonaro ser hoje o único a manifestar-se e tomar iniciativa concreta em defesa da grande imprensa no que diz respeito à sua liberdade de expressão, considerando tratar-se da mesma grande imprensa que por anos e anos acusava o então deputado Jair Bolsonaro de ser antidemocrata, apoiador de ditaduras entre outros.
Cabe agora a essa grande imprensa, incluindo os editores de O Antagonista e Revista Crusoé, ameaçados que estão pelas arbitrariedades da suprema corte, reconhecer publicamente o quanto erraram ao divulgar inverdades, difamações e mentiras contra o então deputado e hoje presidente da república Jair Bolsonaro.
Ao sugerir a nova PEC, o presidente demonstra claramente seu compromisso com a democracia e com a liberdade de expressão, hoje ameaçados por uma suprema corte formada nos períodos dos governos de esquerda que essa mesma grande imprensa, hoje ameaçada, aplaudia e defendia contra os alertas feitos pelo então deputado Jair Bolsonaro e por demais lideranças conservadoras.
Cumpre lembrar que em passado recente, a Forças Armadas asseguraram a democracia ao garantir o impeachment da ex-presidente petista, ao impedir a soltura do chefe criminoso e condenado petista e ao impedir a fraude eleitoral generalizada. Agora, o Presidente Bolsonaro sai em defesa da liberdade de expressão e de imprensa.
Não pode haver dúvida, portanto, sobre quem no País defende a democracia e a liberdade, e quem defende ditaduras.

15 de abr de 2019

VOCE NAO VE PARLAMENTAR CONTRA AS REFORMAS, CRITICAR SEUS PRIVILEGIOS

CENTRAL ÚNICA DOS DESEMPREGADOS

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Há uma parcela da sociedade brasileira que, tendo emprego, joga politicamente contra quem está desempregado. Na verdade, são militantes da recessão, do endividamento, do calote. Imediatistas, creem que os problemas podem ser permanentemente empurrados com a barriga, como se o ventre tivesse o dom de deslocar, também, o precipício.
 Você jamais os ouviu criticar privilégios. Articulam-se num círculo de proteções recíprocas. Juntam-se nas galerias dos parlamentos e rejeitam quaisquer medidas que visem a corrigir as imensas distorções e injustiças que afetam a vida nacional. Têm fé religiosa no Estado, que veem como o colo protetor, malgrado todas as demonstrações de que ele só cuida bem de si e dos seus.
 A pressão política desses conglomerados de interesses públicos e privados que se nutrem no mamoeiro estatal, são, em uníssono, contra as privatizações, contra a reforma da Previdência, contra qualquer medida que vise a reduzir o peso do Estado e sua influência no sistema de ensino do país. Afinal, é ali que opera o torno onde se esculpem os conceitos e se conquistam corações e mentes.
 Muitos aspectos de nossa realidade seriam diferentes se existisse no Brasil uma Central Única dos Desempregados (CUD). Uma entidade que reunisse os brasileiros em busca de ocupação – 13 milhões contados pelo IBGE –, dispondo de força de mobilização, certamente estaria apoiando ideias liberais para a economia. Eles sabem que seus empregos lhes foram tomados pela corrupção, pelo populismo, pela velha política, pela irresponsabilidade fiscal, pelos privilégios e pela alta carga tributária, pela ganância do Estado e de quantos à sua sombra vivem. Sabem os desempregados que, agora, esses mesmos interesses se mobilizam contra a reforma da Previdência, sem a qual nenhum investidor haverá de confiar no Brasil para aqui empreender.
Uma Central Única dos Desempregados os informaria que sete de cada dez indústrias que se instalam no Paraguai pertencem a investidores brasileiros, que vão em busca de menores custos trabalhistas, energia mais barata e tributos menos onerosos. Uma CUD teria assessoria interessada em aconselhar seus filiados a pressionar os poderes de Estado por medidas liberalizantes, capazes de atrair investidores. Faria com que esses infelicitados irmãos nossos fossem às ruas protestar contra as instabilidades políticas e a insegurança jurídica. Os orientaria a clamar por infraestrutura adequada à produção e a seu escoamento, por Educação que qualifique melhor nossos jovens. Os mobilizaria para apoiar medidas capazes de melhorar a credibilidade do país, revitalizar nossa Economia e ressuscitar, assim, o mercado de trabalho.
A má notícia para os desempregados é que há muita gente influente mobilizada contra as medidas que os beneficiariam, simplesmente porque, assim, mantêm suas posições e vislumbram um possível retorno ao poder.