3 de abr de 2017

PASTORA ROMI BENCKE E CONTRA PROJETO DE LEI QUE NEM CONHECE.

Bia Kicis age com esperteza e pega Romi Bencke de calças curtas…

Bia Kicis age com esperteza e pega Romi Bencke de calças curtas…
PASTORA ATACA UM PROJETO QUE NEM CONHECE
A pastora Romi Bencke, que é conhecida tanto pelo ativismo contra o projeto Escola Sem Partido como pelo apoio incondicional a ideologia de gênero nas escolas – perceba, aí, que já há más intenções, foi pega de calças curtas pela ativista Bia Kicis, ligada ao movimento Revoltados Online. Primeiro, vamos ao vídeo:

https://youtu.be/EhlXhvWGimQ

Bia foi esperta. Primeiro ela deu corda, deixando que Romi fizesse o que era previsível, ou seja, vender aquela conversa fiada de que está ali em prol do debate, da liberdade de expressão. Tudo muito bonito no discurso, é claro. Porém, bastou que a interlocutora revolvesse a questão de forma mais objetiva para que ela se desequilibrasse. Quando Bia Kicis propõe que a ideia do projeto Escola Sem Partido é, justamente, promover a pluralidade de ideias dentro das escolas, fica nítido que Romi Bencke não sabe bem como reagir. Foi uma bela jogada.
A grande sacada de Bia Kicis foi ter usado uma das principais regras de Alinsky, que é fazer o inimigo sucumbir pelo próprio livro de regras. Romi Bencke tinha acabado de dizer que aprendeu a “reafirmar o valor da diversidade”, então Bia afirma que o Escola Sem Partido quer exatamente isso: diversidade, que é o oposto do que se tem hoje, quando professores ligados a movimentos de esquerda simplesmente partidarizam suas aulas. Aí, Bia pergunta: “Isso não é a diversidade? Não é o pluralismo que vocês dizem defender?” Romi responde com um sonoro “não”, entregando os pontos.
É óbvio para qualquer pessoa minimamente inteligente que a esquerda radical não quer diálogo algum, muito menos pluralidade de ideias. Se assim fosse Romi Bencke, que apoia o ensino da ideologia de gênero nas escolas, também seria favorável ao ensino de liberalismo econômico, ou patriotismo, entre outras coisas que nada têm a ver com a grade curricular de ensino das escolas. Sabemos, no entanto, que não é assim. Se um professor hoje ensinasse ideias liberais em uma escola de ensino médio, ele certamente sofreria todo tipo de perseguição por parte destas mesmas pessoas. O que elas querem é o monopólio.
Bia mandou bem e colocou Romi Bencke em uma situação desconfortável. Uma bela sacada.

Um comentário:

"Política sem medo" disse...

Ola Jose Carlos Avila, TV Maxixe, Raimundo Assis de Almeida, Rosemary OliveiraOliveira5Oliveira, tudo bem? Obrigada por compartilhar desse espaco democratico. Abraco forte.