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21 de jul de 2016

PROFESSORES VERMELHOS, COMUNISTAS ESTAO EM POLVOROSA

Começa a reação a doutrinação ideológica nas escolas e universidades

Existe-
Rodrigo Constantino
“Após décadas a fio de ocupação vermelha, há, pela primeira vez, uma tentativa de reação por parte de cidadãos cansados da doutrinação ideológica em nossas escolas e universidades. Falo do movimento Escola Sem Partido, que inspirou projeto de lei homônimo. Que ele tocou na ferida é algo que fica claro pela forte reação da patota organizada. São dezenas de artigos deturpando o conceito do projeto, pintando-o como censura ou obscurantismo, tudo para tentar resguardar o modelo atual de doutrinação.
Os mesmos que ficavam horrorizados com as escolas ensinando Moral e Cívica, pois era uma imposição moral aos alunos, celebram hoje a “educação sexual”, que nada mais é do que o Estado usurpando o direito básico da família de transmitir seus próprios valores morais aos filhos. A ideologia de gênero, um absurdo científico, procura incutir em mentes cada vez mais jovens uma visão indecente e libertina, justo àqueles que precisam de mais freios morais, não estímulos hedonistas.
Militantes disfarçados de professores endeusam Marx e ignoram qualquer doutrina alternativa, sendo que o marxismo fracassou em todo lugar onde foi testado. Todos conhecem várias histórias de doutrinação escancarada, e só alguém desonesto poderia negar a existência do fenômeno. O comunista Paulo Freire não virou o “patrono” de nossa educação à toa, e o resultado está aí: somos os lanterninhas nos rankings internacionais, uma fábrica de produzir analfabetos funcionais e papagaios de slogans marxistas.
O projeto visa a chamar atenção para este fato, assim como esclarecer os direitos dos pais e alunos. O professor não goza de “liberdade de expressão” irrestrita em sala de aula, como muitos pensam. Ele tem audiência cativa e uma grade curricular a seguir. Se fosse livre para falar qualquer coisa, poderia apenas bater papo sobre futebol o tempo todo. Proselitismo partidário em sala de aula é crime. Mas os pais e alunos nem sequer conhecem seus direitos.
Uma das formas de medir o sucesso de alguma coisa é ver como certas pessoas reagem a ela. Ver tantos “educadores” e “intelectuais”, com claro viés de esquerda, saindo da toca em pânico para condenar o projeto só pode ser sinal de que ele acertou no alvo. Essa gente quer manter a doutrinação ideológica a todo custo. São filhotes de Gramsci, não de Lenin. Sabem muito bem o que está em jogo: a hegemonia esquerdista em nosso país.

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