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CORRIDA CONTRA O FORO DE SAO PAULO

CORRIDA CONTRA O FORO DE SAO PAULO
JUIZ SERGIO MORO, NOSSO ORGULHO!

20 de jan de 2016

O MBL DESMASCARA O MOVIMENTO PASSE LIVRE



O Movimento Passe Livre faz hoje uma nova manifestação em favor da redução da tarifa de ônibus. Ou melhor, em favor da sua pauta aloprada: a gratuidade das passagens.
Integrantes do Movimento Brasil Livre — confundir MPL com MBL é confundir o crime com a virtude — decidiram acompanhar, ao vivo e em cores, a manifestação do dia 14 deste mês, liderada pelos coxinhas vermelhos.
Renan Santos comportou-se como repórter. E há flagrantes realmente muito eloquentes. Assistam ao vídeo. Volto em seguida.
Vamos lá. Como resta evidente:
– praticamente não há pobres nos protestos do Movimento Passe Livre. Ou melhor: os extremistas nem mesmo são usuários do sistema público de transporte;
– a manifestação do Passe Livre passou em frente ao escritório do Brasil Livre. A moçada resolveu jogar um Pixulecos no meio da turma para ver a reação. Foram esvaziados, com raiva. Ou por outra: os manifestantes do Passe Livre fingem ter uma pauta de contestação, mas, na verdade, são governistas e defensores do statu quo. Mais uma vez, fica evidente que o que essa gente realmente quer é retirar das ruas a pauta do impeachment;
– Renan Santos registra o momento em que os ditos “manifestantes” jogam uma bomba de fabricação caseira dentro da estação Consolação do metrô. Imaginem o risco que isso representa;
– como se pode notar, uma das manifestantes condescende com uma bomba caseira jogada dentro do metrô porque, diz ela, trata-se de “um símbolo”;
– Renan Santos faz, em seguida, um relato muito fiel de como a imprensa, condescendente com a violência do Passe Livre, trata os atos de vandalismo e terrorismo: mera coisa de “infiltrados” em meio a manifestantes pacíficos.
– E Renan conclui: “Em qualquer país do mundo, uma bomba dentro do metrô seria considerado um ato terrorista. No Brasil, nem cobertura da imprensa isso teve. Isso está sendo mencionado em nota de rodapé (…). O aumento da passagem foi causado pela inflação, pelo aumento da energia, pelo aumento dos combustíveis — num momento, inclusive, em que o preço do petróleo baixou no mercado internacional, e a Petrobras aumentou os combustíveis por conta do petrolão —, e a gente não viu nenhuma indignação em relação a isso. Na verdade, muito pelo contrário: a gente viu as lideranças do movimento pleiteando uma solução utópica, uma solução sem sentido, exercitando a violência pela violência. (…) O Movimento Brasil Livre, os movimentos anticorrupção, os movimentos contra o governo possuem outro tipo de defesa da República, outro tipo de defesa das instituições, outro tipo de defesa dos valores. Nós não aceitamos infiltrados, nós não aceitamos bandidos, e nós não queremos expor pessoas à violência simplesmente para criar um clima revolucionário. O que nós queremos é muito claro: nós queremos deposição desse governo corrupto e lamentamos ver jovens que se coadunam com violência e não se indignam com a corrupção que sangra nosso país.”

Um comentário:

"Política sem medo" disse...

Ola Barros da Cunha, tudo bem? Obrigada por partilhar do Politica sem Medo, esse espaco democratico. Fique a vontade para comentar apoiando ou criticando as minhas ideias. Abraco forte.