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31 de ago de 2015

OU O PT ACEITA ESSES AJUSTES OU ESTARA DEFINITIVAMENTE CONTRA O BRASIL

Agenda do Ajuste sem Golpe. Ou é isso ou significa que o PT oficializará estar contra o Brasil.

dilma
Todas as propostas de “ajuste fiscal” vindas do PT e de seus aliados da extrema esquerda são golpe puro. Sempre se baseiam em fazer o povo pagar a conta do PT. Em qualquer época histórica em que isso aconteceu, sempre tivemos o mesmo: tirania.
Por outro lado, mais do que fazer oposição, é preciso fazer uma proposta positiva, isto é, a trazer nossa solução para o problema. Eis a proposta Ajuste Sem Golpe, que é uma proposta de ajuste fiscal, compartilhando os sacrifícios, mas completamente divorciada do golpe fiscal proposto pelo PT:
  • 80% do déficit tem que sair de cortes de gastos exorbitantes do governo
  • 20% do déficit deve sair de medidas temporárias de ajuste fiscal para o povo
O número é mais do que justo, uma vez que toda a crise foi causada pelo PT, portanto, é de lá que deveria sair a totalidade dos recursos. Os 20% do povo são a título de colaboração temporária. Porém, estes 20% estariam condicionados às seguintes sete regras iniciais, em geral aplicando o critério 80/20:
  1. Redução de ministérios ao número de 20. Porém, o governo não poderá selecionar os ministérios sozinho, mas isto deverá ser feito em Comissão integrada por membros do Executivo, da Câmara e do Senado.
  2. Redução de 80% dos cargos comissionados.
  3. Limitação de concessões da Lei Rouanet a no máximo 50 mil reais por projeto. E somente sob critérios objetivos. Em relação ao orçamento total, redução de 80% do orçamento deste órgão.
  4. Redução de 80% da verba gasta com publicidade institucional. Os 20% restantes só poderão ser gastos se passarem por uma comissão da Câmara, do Senado e do Executivo. Sem acordo, não há publicidade institucional de forma alguma.
  5. Proibição de verbas estatais de anúncios vindas de empresas monopolistas. Isto por si só daria uma economia de 2 bilhões de reais por ano, evitaria a compra de mídia e aumentaria a pressão por resultados do governo. No geral, meta de redução de 80% de gastos com anúncios estatais nas mídias. 
  6. Criação de critérios de isonomia para anúncios na Internet. Além disso, redução de 80% nos gastos com anúncios de Internet.
  7. Fim do imposto sindical, para aliviar o custo dos trabalhadores. Os sindicatos deverão criar outra forma de receber a verba de forma voluntária. (Isto é uma compensação pelo sacrifício do povo pelos 20%)
Estes itens podem e devem ser expandidos, mas sempre lembrando que a responsabilidade da crise é do PT, não do povo. É do PT que deve sair a maior cota de sacrifícios.
Agora é só apresentar no Congresso, e chamar o PT para a conversa, dizendo: “Ou é discutir esta agenda, ou é ficar contra o Brasil”.

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