5 de mar de 2015

MAIS DICAS DO BRASIL DECENTE PARA ACABAR COM A DITDURA POR VIAS PACIFICAS



ANÁLISE DO PILAR 03 - PROGRAMAS SOCIAIS COMO BENESSES PARTIDÁRIAS

Para instruções mais detalhadas, consulte o capítulo Implementando Fase 3 do livreto Exigimos Reforma Política.

Desde a sua primeira posse em 2003, Lula sempre manipulou os fatos, insistindo em transmitir a falsa informação de que todos os programas sociais, destinados às classes economicamente menos favorecidas, foram frutos da forma de governar do PT, que sempre seria um partido que privilegiaria os pobres em detrimento dos ricos. Inegavelmente Lula implantou medidas de cunho social que não só beneficiaram as classes mais pobres, mas a Economia do país como um todo, como o mais fácil acesso às linhas de crédito e algumas outras medidas (Dilma, por seu turno, sequer consegue dar continuidade a elas).
No entanto, o programa Bolsa Família, por exemplo, nasceu da união de uma série de outros programas já em funcionamento no governo de Fernando Henrique Cardoso, portanto não se tratou de uma benesse do PT, mas sim da continuidade e ampliação de iniciativas anteriores. O problema, no entanto, é que esse e outros programas lançados pelo PT sempre foram mantidos com iniciativas eventuais, nunca sendo transformadas em programas de governo, o que lhes daria mais estabilidade, mesmo com uma eventual saída do PT do Poder.
Na última campanha eleitoral ficou explícito o motivo pelo qual o PT sempre optou por esse caminho. A fragilidade institucional dos programas sociais, mantidos assim por exclusivo critério do partido, foi amplamente utilizada para amedrontar seus beneficiários com a falsa afirmação de que, em caso de derrota nas urnas, eles seriam todos cortados.
Por outro lado, de que adianta o governo repassar algumas dezenas de reais mensalmente aos mais pobres se, ao descuidar-se da inflação, aumentar constantemente a carga tributária e manter o país em estagnação, prejudica sobremaneira exatamente essas classes menos favorecidas? Muito melhor que lhes dar uma esmola, seria oferecer-lhes condições dignas de vida, com Saúde, Educação e Segurança públicas eficientes. Se os programas sociais fossem transformados em programas de governo, eles certamente seriam acompanhados de medidas que ajudassem os beneficiários a não mais precisar deles, e não a ficar-lhes dependentes e se constituir em simples massa de manobra eleitoral.
Essa é a conscientização que os participantes do Brasil Decente devem levar a todos a que puderem, pois a pobreza no Brasil não pode mais ser utilizada como fonte segura de votos. Ela deve, sim, ser eficiente e constantemente combatida com medidas sérias, honestas e institucionalizadas.

Fonte: http://brasildecente.com.br/conheca.php

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