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11 de fev de 2015

ENTRE O DEMONIO E O COISA RUIM

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Em 1993, Lula, pelo Foro de São Paulo, e FHC, pelo Diálogo Interamericano, se reuniram em Princeton, onde FHC lecionava, e sob a coordenação do Secretário de Estado de Clinton, Warren Christopher, assinaram o Pacto de Princeton. Está tudo lá no Capítulo XII do Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial (É Realizações, 1998), PP. 209-219. Os tucanos exigiram do PT as metas de controle populacional defendidas pelo Diálogo: legalização do aborto, esterilização em massa, legalização da união de homossexuais e enfraquecimento da Igreja Católica. Incluía-se também o enfraquecimento dos partidos "de elite" com constantes e ininterruptas denúncias de corrupção e das Forças Armadas. O Diálogo Interamericano anunciou um plano para eliminar, em curto prazo, a soberania dos estados da América Latina, substituindo suas funções por uma rede de instituições supranacionais subordinadas aos interesses de uma Nova Ordem Mundial. Todo este processo foi iniciado pelo PSDB e por FHC, abrindo caminhos para mudanças políticas e sociais no país. FHC elaborou o primeiro PNDH (Projeto Nacional de Direitos Humanos) e por intermédio deste projeto, o PSDB iniciou os primeiros passos para a implementação do socialismo no país. FHC deu também início a privatizações para pagar dívidas do Brasil com o FMI e isso era uma estratégia da Nova Ordem Mundial que FHC seguia cegamente. Neste processo FHC e o PSDB enganaram milhões de brasileiros e sucatearam o estado vendendo estatais estratégicas ao país, aos interesses de grupos internacionais, que consequentemente, as adquiririam conforme combinado em reuniões no Diálogo. Lula compactuou com este processo e o PT fingindo oposição ao governo FHC, simplesmente o apoiou e votou á favor das privatizações e à favor do primeiro PNDH.
   
Foi o Diálogo Interamericano que apoiou a criação do Foro de São Paulo entre 1989 e 1990. O Foro nasceu em julho de 90, mas foi concebido em janeiro de 89, em reunião de cúpula do PC de Cuba e PT do Brasil, onde ficou estabelecido que, se Lula não ganhasse as eleições em novembro de 89, deveria ser formada uma organização para coordenar toda a esquerda continental, cabendo a Lula a liderança do processo. O projeto principal era “conquistar, na AL (América Latina), uma espécie de contrapartida, do que já se antevia, nessa reunião, ou seja, o que a URSS iria perder o leste europeu”. Com a vitória de Collor, foi organizada a primeira reunião da esquerda continental no Hotel Danúbio em SP. Sua criação, entretanto, foi precedida de algumas visitas estratégicas a Itaici, sede dos encontros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), articuladas por Frei Betto, levando a cúpula do Partido Comunista Cubano, que viera à fundação do Foro, a uma reunião com o Cardeal Evaristo Arns, da qual veio a ser enviada carta de simpatia ao ditador Fidel Castro. Compareceram representantes de 48 partidos comunistas e grupos terroristas convidados por Marco Aurélio Garcia, a mando de Fidel. Estava fundado o Foro de São Paulo organização que desde então coordena toda a esquerda na região. Os co-Presidentes são Fidel Castro e Lula, e Garcia é o Secretário Executivo e ocupava um dos principais gabinetes vizinhos a Lula no Palácio do Planalto, de onde controlava e coordenava todos os grupos guerrilheiros e terroristas desde o Rio Grande até a Patagônia.

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Collor, um candidato de direita acabara de ser eleito e com certeza era um inimigo em potencial das esquerdas e para derruba-lo, incrementaram uma engenhosa engrenagem de propaganda pelo seu "Impeachment". Com a esquerda no poder ficaria mais fácil para implementar os planos do Diálogo e do Foro de São Paulo e havia outro grande entrave, a esquerda não poderia correr o risco de ter Collor por 4 anos no poder e talvez vê-lo reeleito por mais 4 anos. A saída de Collor era fundamental para que o Foro fosse realmente implantado no Brasil. Uma das reuniões mais importantes foi em 1993 em Havana, onde foram tomas três decisões fundamentais.
   
Primeiro: Decisão incondicional de todas as forças de esquerda ali reunidas, no sentido de dar todo o apoio a Cuba, durante o período especial, decorrente da cessação do auxílio soviético e do Leste Europeu, inclusive com a compra de remédios e estímulo ao turismo. 
  
Segundo: Concentração de esforços de todas as forças do Foro para eleger Lula, tendo em vista a necessidade de uma base territorial e de um governo de expressão, para dar suporte ao que viria a ser uma espécie de União ou Federação (nome dado por Chávez), das Repúblicas Socialistas da AL (URSAL no lugar da URSS) facilitada pela quase unidade linguística. 



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