18 de jan de 2014

ROLEZINHOS FILHOTES DO MST



Oliveira Antonio Carlos
Que a nossa imprensa comprada com nossos impostos me desculpem, mas a sociedade brasileira - em sua maioria - não é aquilo que ela, Impren$$a, formada em grande parte por jornalistas sem o menor caráter, esquerdopatas por natureza e com tendência ao banditismo , quer e insiste em passar nos jornais, tele jornais e alguns órgãos de imprensa na Internet. Não é a maioria do povo brasileiro formada por escroques, golpistas, pedófilos, proxenetas, assaltantes e assassinos; que todos os dias a imprensa tenta passar como sendo algo natural. É claro que há famílias completamente degeneradas, que simplesmente deixam seus rebentos bandidos envolverem-se em Rolezinhos, com a prostituição escancarada no funk e com o vandalismo, mas isso, repito, não deve ser assimilado por todos como algo natural.

Dia virá em que o dinheiro farto dos impostos há de acabar; afinal com tanta incompetência no governo não será algo tão inacreditável - a Venezuela é o exemplo vivo - e nesse dia não terá mais sentido pagar à Imprensa para que esconda a verdade e continue a bajular o governo. Nesse dia, é claro que os proprietários desses órgãos de Impren$$a entrarão num voo para o exterior e viverão felizes com aquilo que nos roubaram durante anos; aos profissionais esquerdopatas sobrará a triste missão de serem assalariados do governo, ganhando talvez dez por cento do que recebiam de seus patrões, muitos serão simplesmente deletados, jogados à margem; afinal para que serve a imprensa numa ditadura de esquerda?

E como será possível impedir que isso aconteça? Não é tão difícil, bastaria que o cidadão simplesmente se revoltasse, deixasse de lado esse seu lado relativista e boicotasse esses órgãos e aí, aí sim é que está o problema: quem deixaria de ver o último capítulo daquela novela que arrebenta com os valores da família? Quem deixaria de dar "uma espiadinha" no BBB? Quem deixaria de ver o Hulck, o Faustão....? Não é difícil, basta um pouco só de coragem (vovó diria vergonha na cara).

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