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16 de set de 2013

CAETANO VELOSO E UM BOBAO INTERESSADO EM DIN-DIN



caetano-olavoNotas recentes do maior filósofo brasileiro, organizadas por Felipe Moura Brasil, também organizador do best seller 'O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota'.


PARTE I - Caetano Veloso.

Nota do Org.: Caetano Veloso escreveu em seu artigo no Globo de domingo, 1 de setembro de 2013: “Acho a proposta de Olavo de Carvalho de uma política (e não só uma economia) para os liberais muito presa à ideia de que o comunismo é como o diabo incansavelmente tramando contra o bem. Há boas intenções nos liberais e há boas intenções nos socialistas e comunistas. Embora ninguém duvide de que boas intenções podem levar ao inferno.”

Olavo de Carvalho Como dizia um velho amigo meu: Todo mundo é bom - quando não tem hemorróida.

Olavo de Carvalho Seria bom enviar a Caetano a lista básica de livros sobre o comunismo.

Olavo de Carvalho O paralelo [abaixo] entre os casos do Nelson Mandela e do Armando Valladares ilustra maravilhosamente o equivalentismo caetânico.


Olavo de Carvalho Entre uma menininha de três anos e o seu estuprador, é preciso ponderar as boas intenções dos dois lados.

Olavo de Carvalho Similarmente, entre Pol-Pot e os dois milhões de cambojanos que ele matou, os dois lados tinham boas intenções.

Olavo de Carvalho Sinceramente, essa afetação de superior imparcialidade do Caetano Veloso é imoral e criminosa no mais alto grau.

Olavo de Carvalho Num artigo magistralmente oco, o sr. Caetano Veloso diz que os comunistas têm tão boas intenções quanto os liberais, coisa que, segundo ele, só um direitista extremado como eu não enxerga. Se ele tentasse alardear as boas intenções liberais num jornal de Cuba ou da Coréia do Norte, entenderia o tamanho da asneira que proferiu. Antes que ele se arrisque a tamanho desatino, seria melhor que tentasse explicar para si mesmo como pode haver igual quota de boas intenções em pemitir-lhe que escreva o que bem entenda, até remunerando-o por isso, e em enviá-lo ao pelotão de fuzilamento pelo crime de atribuir boa intenção aos malditos exploradores capitalistas em vez de reservar o monopólio dela, como se deve, aos comunistas. Ou a “boa intenção” tal como a entende o sr. Veloso é pura fantasia subjetiva, desligada de todos os bens e males objetivos (e neste caso até o estuprador de uma menininha de três anos pode legitimamente alegar boas intenções), ou há uma equivalência moral objetiva entre matar um cidadão e preservar sua liberdade. “Tertium non datur.” Com toda a evidência, o sr. Veloso usa o termo “boa intenção” sem qualquer significado substantivo e apenas por ostentação de bom-mocismo convencional, fácil, leviano e radicalmente irrelevante. Não creio que ele compreenda este raciocínio, mas, para uso dos demais, que fique aqui registrado.
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