14 de nov de 2009

TOLICES BEATO-MARXISTAS

Percival Puggina
É a mesma genialidade que, anos atrás, não queria que o Brasil pagasse suas dívidas. É o mesmo fundamentalismo travestido de piedoso da sua Comissão Pastoral da Terra. É a mesma matriz ideológica da Campanha da Fraternidade do ano passado que resumia o tema da violência à luta de classes: pelos respectivos crimes, o rico era individualmente culpado e o pobre socialmente absolvido.
Perdoem-me os mais benevolentes que eu. Mas ano após ano, servindo-nos sempre um pouco mais do mesmo lero-lero beato-marxista e um pouco menos da palavra de Deus, a CNBB já foi bem além da minha capacidade de tolerância. Ao longo dos anos, foi perfeitamente possível encontrar impressões digitais e carimbos das suas pastorais sociais em documentos que deixavam claro que o Reino de Deus tinha partido político na Terra. Ou não?
Parece que de tanto darem ouvidos às demagogias da esquerda nacional, nossos bispos se deixaram contaminar! Que sistema e quais organizações econômicas são essas que propõem na futura Campanha da Fraternidade? Silêncio. São detalhes que não a interessam como instituição, nem aos senhores bispos (quem cala consente!), provavelmente convencidos de que a Economia funciona como caixinha de paróquia, na qual as coisas vão bem quando todos põem bastante dinheiro na sacola da coleta. Ou, mais grave ainda: continuam confundindo a Boa Nova com as velhas e fracassadas promessas da economia planificada, centralizada, comunista, que em longas e tristes experiências só gerou opressão e miséria.

Leia o texto completo no http://www.ternuma.com.br/

2 comentários:

incognitus - Pedro Henrique Bougleux disse...

O Ternuma e uma excelente fonte de informação frequente-o e estara sempre muito atualizada e bem informada.

sicário-OQÑ se discute disse...

Teresa!

Percival está coberto de razão e não é de hoje que essa entidade está politicamente ativa e envolvida. Na década de 60 mais precisamente, em 68 e 69 havia notícias de alunos estrangeiros em seminários no interior do Brasil. Eles vinham de países com "tradição" católica, tais como: argélia, hungria, tchecoslováquia.....resumindo países da cortina de ferro e alguns do norte da Àfrica com tendências marxistas. Será que a CNBB ou qualquer outro orgão superior na hierarquia da Igreja não tinha ou não temconhecimento do envolvimento e das irregularidades comentidas por seus "subalternos?" Isto só os torna coniventes com qualquer crime cometido na luta de classes....leia-se MST!!!!!!
Sou católico mas essa não é a minha igreja. Frente a essa luta de classes proposta pela esquerda só posso dizer:
COM AS TRIPAS DO ÚLTIMO COMUNISTA QUE SE ENFORQUE O ÚLTIMO PADRE!