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19 de out de 2009

Mais uma estupidez do Itamaraty - a hostilidade permanente do governo Lula a Israel

18 de outubro de 2009
Por Reinaldo Azevedo (*)
O Brasil votou no dia 16 a favor do chamado Relatório Goldstone (íntegra aqui), que acusa Israel e o Hamas de crimes de guerra em Gaza. O texto foi aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU, composto de 47 membros, por 25 votos a 6 e 11 abstenções. Cinco países se negaram até a votar. O nome do relatório é uma referência ao juiz sul-africano Richard Goldstone. Aparentemente, o relatório condena os dois lados. De fato, as acusações contra Israel são muito mais severas e ocupam quase todas as 575 páginas do documento. Entre outras delicadezas, omite as evidências de que o Hamas usou a própria população palestina como escudo. O conjunto revela uma farsa estupenda. E o papel do Brasil é mais detestável do que parece à primeira vista. Vamos ver.
Está tudo errado com esse relatório. Aliás, está tudo errado com o próprio Conselho de Segurança, cujo vice-presidente é o egípcio Hisham Badr. O Egito é uma das ditaduras mais truculentas no planeta. No conselho, é apenas uma das tiranias. Também têm assento por lá as seguintes democracias exemplares: Angola, Bangladesh, China, Cuba, Gabão… Esses três últimos países, além do próprio Egito, fizeram parte do grupo que propôs a investigação. Trata-se, obviamente, de uma piada.
A mentira já começa na escolha do “juiz” Richard Goldstone, que é judeu. Quando se escolhe um judeu para averiguar se Israel é culpado ou inocente, o que se espera é que, em nome da isenção, ele declare a culpa do país, entenderam? Nem farei considerações aqui sobre a cultura judaica da autocrítica — “mal” de que não parecem seus adversários. Aponto a má-fé óbvia da escolha: se ele concluísse pela inocência de Israel, diriam: “Também, foram entregar a tarefa logo para um judeu…” Como ele concluiu que o país é culpado, a imprensa mundial destaca: “E olhem que Gladstone é judeu…” Judeu só é isento se condena Israel
Para começo de conversa, ele não foi designado para saber se Israel cometeu crimes de guerra e sim para colher evidências do que já era dado como certo. Ele não precisava investigar nada. Bastava buscar algumas narrativas que endossassem o que o Conselho de Direitos Humanos, coalhado de facínoras, já havia decidido.

Comentario meu: Mas estamos bem arranjados mesmo, hein? E trama de todo lado. Aqui os vermelhos tem inveja dos EEUU, o Itamarati e o governo lula e seus pseudo diplomatas vivem denegrindo tudo o que os Norte-americanos apoiam,  la o Conselho de Seguranca da ONU fica fazendo agrados aos ditadores genocidas  que tem inveja de Israel e apoiam qualquer maldade que seja contra o povo judeu. E muita hipocrisia em todos os niveis pelos nossos organismos nacionais e internacionais

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