6 de ago de 2009

Lula, Chaves e Correa confirmam seus nexos com as FARC

Lula, Chávez e Correa confirmam seus nexos com as FARC
Cel. Luis Alberto Villamarín Pulido | 04 Agosto 2009
Notícias Faltantes - Foro de São Paulo

A atitude matreira de Lula pretende fazê-lo aparecer como o falso moderador, pois ele também sabe que a longo prazo, quando já não seja mais presidente do Brasil, os computadores de Reyes podem sentá-lo no banco dos réus na Corte Penal Internacional.


Desde Quito Rafael Correa fez a palhaçada de pedir a Jojoy que confirmasse se as FARC deram dinheiro para sua campanha presidencial. Como era óbvio se esperar, desde a Venezuela Ivan Márquez lhe respondeu que não.

Por sua parte, com o consuetudinário cinismo marxista-leninista Hugo Chávez negou que os lança-foguetes de fabricação sueca tivessem sido entregues às FARC pelo governo venezuelano, e desatou outra tormenta midiática carregada de insultos e descomedimentos contra a Colômbia, com a desculpa de que a presença militar dos Estados Unidos na Colômbia é um perigo para a sua "democracia".

Entretanto, com o mesmo cinismo Lula da Silva, o outro conspirador e um dos dois cérebros da estratégia comunista do século XXI no continente (o outro é Fidel Castro), acorreu com o ardil de oferecer seus serviços como mediador entre Caracas e Bogotá mas, ao mesmo tempo, teve o descaramento de pedir explicações ao governo colombiano ante a UNASUL e a OEA.
Nesse sentido Lula atua igual a Fidel Castro, quando o ditador cubano ordenou a Chávez que se descabelasse pela captura de Granda e depois mediou entre Uribe e Chávez para remover todos os obstáculos para alcançar um determinado fim na disputa.

Como era de se supor, o governo colombiano respondeu com firmeza, desistiu de assistir à improdutiva e "mamertizada" [1] cúpula da UNASUL e com atitude galharda deixou claro ante o mundo inteiro que, nem no fraudulento acordo humanitário apadrinhado por Piedad Córdoba, nem na manipulação da UNASUL, a Colômbia pode ceder ante a chantagem e as fanfarronices dos peões de Fidel Castro na América Latina.

O conto chinês elaborado por Correa, de que Raúl Reyes o rotulou de traiçoeiro, não é mais que outra das astúcias do pitoresco mandatário equatoriano com a intenção de desviar o curso de suas responsabilidades penal, política e histórica por ter nexos com terroristas.

O histerismo de Chávez pela presença militar dos Estados Unidos na região, não só pretende liberar a atual pressão das Forças Militares contra Mono Jojoy, como tenta buscar a forma de desqualificar o conteúdo dos computadores de Reyes para ter futuros argumentos de defesa ante as instâncias internacionais, quando for chamado para responder por elevar o terrorismo.

E a atitude matreira de Lula pretende fazê-lo aparecer como o falso moderador, pois ele também sabe que a longo prazo, quando já não seja mais presidente do Brasil, os computadores de Reyes podem sentá-lo no banco dos réus na Corte Penal Internacional.

Se o conteúdo do diário de Reyes não tivesse sido manipulado por Correa e seus assessores, e se fosse certo que o atual governante equatoriano não é cúmplice das FARC, o governo do Equador o teria tornado público desde março de 2008, quando o governo colombiano destampou a caixa de Pandora com os primeiros achados dos computadores.

A olhada matreira e agressiva de Correa contra Uribe em Santo Domingo, reflete o ódio comunista de classe próprio de um delinqüente de colarinho branco acumpliciado com terroristas que ensangüentam o povo colombiano, contra o audaz presidente que, sabedor da funesta cumplicidade de Correa com o terrorista Raúl Reyes a quem protegia dentro de seu território, tomou a valente e histórica decisão de golpear a cúpula das FARC na sede pré-fixada pelos diretores de Aliança País.

Por essa razão Chávez blasfemou, ficou furioso, babou, injuriou o povo colombiano e desatou uma onda de ofensas contra Uribe, pois temia que ocorresse o mesmo com Iván Márquez, Timochenco e Tirofijo, cujas guardas pessoais têm acampamentos em diferentes pontos da geografia venezuelana.

Um ano e meio depois da certeira morte de Reyes, os três conspiradores contra a Colômbia continuam com a mesma atitude astuciosa.

Lula faz de conta que não sabe de nada e que só quer a paz para a Colômbia, sem deixar de promover de forma velada a campanha presidencial da representante dos auto-denominados Colombianos pela Paz e a calculada legitimação das FARC, inclusive a abertura de embaixadas para os terroristas em Havana, Quito, Manágua, La Paz, Caracas, Buenos Aires, Santiago, Montevidéu, Assunção, Brasília e São Salvador.

Correa mantém sua atitude grotesca disfarçada em dignidade de vitrine, condoído pela morte de Reyes em sua suposta segura guarida, e pelo qual evidencia, ao mesmo tempo, que seu odiado "inimigo de classe" Álvaro Uribe não só o supera em qualidades pessoais e profissionais, senão que 90% do povo colombiano quer reelegê-lo.

E Chávez executa a cartilha que Fidel Castro e Lula lhe ordenam. Vocifera impropérios e depois se retrata. Ofende, e depois se declara agredido. Mente, e tem o descaramento de dizer que o mentiroso é Uribe. Tinha que ser comunista...

As realidades anteriores demonstram com clareza meridiana que a preocupação de Lula, Chávez e Correa acerca da presença de militares norte-americanos, é simplesmente a comprovação de que do mesmo modo os mandatários do Equador, Venezuela e Brasil são cúmplices das FARC e pressentem que, com a presença de militares norte-americanos na Colômbia apoiados por tecnologia de ponta, com suma facilidade as Forças Militares colombianas poderão golpear os acampamentos das FARC dentro e fora das fronteiras nacionais, impedirão o crescimento das estruturas comunistas filiadas na Colômbia ao projeto estratégico do Foro de São Paulo e descobrirão mais provas que comprometam estes governos pró-terroristas com as FARC.

Todas estas realidades implicam dizer que a Colômbia tem a obrigação moral e política de dar continuidade à estratégia de segurança democrática com a alta possibilidade de reeleger Álvaro Uribe, atualmente o único dirigente capaz de opor-se às argúcias e trapaças dos comunistas do hemisfério, e o caráter suficiente para atuar com coragem contra os inimigos da Colômbia.

2 comentários:

Blog do Ferra Mula disse...

Grato pela solidariedade.
Apesar das sugestões ainda não sei bem o que fazer, mas vou tocando.


Airton.

Laguardia disse...

Não tenho dúvidas que tal e qual no caso do Equador, as FARC também financiaram com dinheiro do narcotráfico a campanha eleitoral de Lula no Brasil