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9 de jul de 2009

A grave Crise Brasileira

A GRAVE CRISE BRASILEIRA doc. 171-2009
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

O AMIGO É NOSSA MÍDIA. REPASSEM POR FAVOR
Paremos um pouco para pensar. O BRASIL se encontra em que crise? É crise
política ou moral? A Itália viveu uma crise grave e não era política e sim
Moral. Ela passou pelas fases da prémáfia, máfia, crime organizado e a fase
de envolvimento da máfia com elementos políticos e econômicos. A ITÁLIA
salvou-se com a operação MÃOS LIMPAS e juizes, promotores e políticos foram
assassinados, mas os bandidos foram derrotados. E o nosso BRASIL?
Encontra-se agonizante e sem vontade de derrotar os ladrões da Pátria.
Vamos apontar as fases que mostra a evolução brasileira.
Prémáfia: Encerramento da Comissão Especial de Investigação e
desaparecimento dos documentos que mostravam a direção de roubos etc.
Acusações de Paulo de Tarso Venseslau contra pessoas influentes em
prefeituras de São Paulo e abafamento do escândalo. Outros exemplos
poderiam ser dados como início de quadrilhas de controle de tóxicos.
Máfia: Aparecimento de organizações como PCC, caso de SANTO ANDRÉ com
envolvimento de bandidos juntos a políticos e assassinatos. Já aparecia a
“corrupção sistêmica e assassinatos para fins intimidatórios”, ou, seja,
aqueles a que o escritor siciliano LEONARDO SCIASCIA chamava de “cadáveres
excelentes”. Não é o caso do prefeito CELSO DANIEL?
Crime Organizado com domínios de áreas de influências como bingos,
cocaínas, ligações com organizações criminosas estrangeiras como FARC e já
a participação no campo político e de órgãos de segurança pública. Não
podemos deixar de lembrar o caso de Waldomiro Diniz.
A última fase que é o envolvimento de todos numa única quadrilha que
assume o Poder para roubar o Estado. È a união do político, do econômico e
da márfia e do crime organizado. Exemplos típicos que ocorreram no Brasil:

- Mensalão: Envolve bancos, corretoras, políticos, partidos políticos,
mafiosos, lavagem de dinheiro etc. e etc;
- ONGs envolvem lavagem de dinheiro, desvio de dinheiro público,
políticos, partidos políticos etc;
- Escândalos de todo tipo de dinheiro para campanhas políticas. Dólares
e reais em avião, em cueca, em carro, em mala e por aí vai.
Este é o quadro que vivemos. Querem dizer que a CRISE É NO SENADO, no
CONGRESSO, no EXECUTIVO ou no JUDICIÁRIO. Não. A crise é MORAL e já
atingimos o clima de perigo de explosão social.
O ex-Secretário Nacional Anti-drogas e homem das leis – Valter Maierovitch
- afirmou em seu livro: Na Linha de Frente o seguinte: “ai fica inevitável
a comparação de BUSCETTA com o deputado Roberto Jefferson e o publicitário
Marcos Valério Fernandes, sendo estes últimos peças podres de um mesmo e
amplo sodalício criminal, cujo ilícito maior é o de lesa-pátria”.
A crise do Senado é a projeção do crime em toda sua extensão. Todos os
envolvidos estão buscando solidariedade, não na sociedade brasileira, mas
entre eles que estão envolvidos nos diversos crimes. Querem se salvar e o
País que vá para o INFERNO.
Todo tipo de autoridade está envolvida e os que reagem são marginalizados.
Há os que não aceitam e estão engolindo pensando que se salvarão no estouro
da boiada. Ledo engano. Serão os primeiros a serem mortos por falta de
caráter, como em 1917 na Rússia.

Um comentário:

Laguardia disse...

Realmente a crise é moral. Estamos sendo permissivos. Vemos o que está acontecendo e nos acomodamos.

Dá trabalho combater a crise moral, que muitas vezes começa dentro de casa. Ponho o meu filho para assistir TV para que ele não me incomode.

E pela TV vem coisas boas e vem lixo, mas como pais não estamos exercendo nossa obrigação de filtrar o que nossos filhos estão vendo nem de transmitir a eles os aspectos morais e éticos que recebemos de nossos pais e avós.

Não nos preocupamos onde nossos filhos adolescentes estão indo nem quem são suas companhias. Isto dá trabalho e cria atritos.

Queremos paz e sossego.

Quando acordarmos será tarde demais.

Um objetivo dos que aí estão no poder é o de destruir tudo que se refere a ética, a moral e a honestidade para que possam dominar mais fácilmente.