11 de jul de 2009

Expurgando o lixo

Expurgando lixo
Ternuma Regional Brasília
Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Infelizmente, a esquerdalha liderada pelo PT domina todos os rincões deste País, de Norte a Sul, de Leste a Oeste.
A partir do mais alto posto político, a virulência e a demagogia socialistas espraiaram-se por todos os nichos do Executivo. O desgoverno encravou-se no Congresso onde, literalmente, dá as cartas, e com tal poder, tanto no Senado como na Câmara, que faz e acontece (impede, sabota e desvirtua CPIs). É tal a sua força, que qualquer projeto /lei só anda se tiver o seu aval e atenda aos seus interesses, desejos e ambições.
O domínio é vertical, de cima vai se espalhando pelos Governos Estaduais e atinge os mais afastados cantões. De fato, está encruado na maioria dos Estados e Municípios, onde pode, principalmente pela redução ou pelo corte de repasses orçamentários (ver Ministérios), aniquilar à míngua os renitentes.
Na área do Judiciário, em especial nas mais altas Cortes, o cenário não é diferente. O atual presidente já nomeou para aqueles tribunais mais da metade de seus membros. Daí... Descendo de jurisdição para as esferas estaduais e municipais, de igual forma, a peste petista alastrou–se como uma praga, dominando consciências e engordando carteiras.
Adentrando na esfera dos Ministérios, quase meia centena, sabemos que muitos foram criados, especialmente para abrigar “cumpanheiros”, o que nos permite vislumbrar o grau de obediência e subserviência dos “ministros” (submissos?) ao seu criador.
A amplitude dos Ministérios é propositalmente significativa, na medida em que todos ou quase todos os segmentos sociais passaram a possuir um elo com a estrutura governamental, e a depender de verbas que fazem a alegria de ONGs, de agremiações e sociedades de fachada. Por isso, vivam os quilombolas, os índios com-pena, os índios sem-pena, os gays, as lésbicas, os mulatos, os sem - teto, os sem - terra, os marginais, os moradores de rua, e tantos quantos grupos possam ser “criados”. E todos são subvencionados com recursos do governo (inclusive o MST, que nem registrado é), o que sustenta o rentável negócio da “compra” de votos e simpatizantes.
Neste contexto, que parece não será modificado no curto nem no médio espaço de tempo (coisa para 20 ou 30 anos, a julgar - se pela apatia e mesmo conivência da população), cumpre analisar como chegamos a este ponto.
Inúmeras serão as respostas. Contudo, abordaremos apenas uma: a da falta de uma oposição responsável e determinada. Mas por quê?
A resposta é simples. Nossos políticos, na sua maioria, não possuem qualquer tipo de compromisso. Na verdade, estão se lixando para os anseios e as aspirações de seus representados. Na sua ótica atrabiliária, acima de qualquer interesse coletivo, pairam soberanas as suas necessidades e conveniências.
O “affaire” Sarney (cognominado o “eu não sabia”) empresta veracidade às nossas palavras. Observem que o fato de o Senador ser um renomado (político /sem caráter/...), não importa e a consciência de seus pares e a dos integrantes da Câmara não se abala, quando eles optam por não afastá – lo (mesmo temporariamente, e temos a convicção que afastado, ele retornará triunfante), alijando de suas cabeças qualquer prurido de justiça ou do que seja justo, para privilegiar aos interesses menores. Desavergonhadamente subordinam - se ao propósito de salvar um (bom homem/renomado canalha/...), para preservar a aliança do PMDB com o PT (a Dilma vem ai).
Para alguns, a motivação pode soar como suficiente; para quem tem um pingo de vergonha, o conchavo parece o que é, uma tapa na cara da sociedade e uma ode à injustiça.
Diante de tantas velhacarias, quando, acintosamente abandona - se a trilha do bem e tripudia - se no que é justo, cabe uma gritante indagação. Seria a esquerdalha tão exitosa, fossem os nossos quadros políticos compostos por homens probos? Íntegros?
Vejamos alguns dos atuais aliados do desgoverno: Sarney, Renan, Barbalho, Collor..., todos conhecidos, não pelo brilhantismo de sua trajetória política, mas pela sua capacidade de estar sempre junto aos poderosos e ao poder, e pela capacidade de resvalar nos desvãos da iniqüidade. Alguns (todos?) possuidores de grandes fortunas, fato estranho, pois na sua maioria estão pendurados em cargos políticos desde “criancinhas” e, entretanto, acumularam bens e riquezas incompatíveis com as atividades políticas que desempenharam (aonde anda o “Leão”?).
Podemos, diante do exposto, imaginar que o PT tem encontrado um terreno fértil para disseminar a discórdia e fracionar a Nação em grupelhos submissos, utilizados como massas de manobra e pressão. Fossem os nossos quadros possuidores de um mínimo de dignidade, se oporiam ao que está acontecendo.
Por isso, cabe – nos retirar do desgoverno, a canalha que o robustece. Para tal, a primeira providência seria não reelegê – los, nem aos seus indicados, e por todos os meios (esqueçam da imprensa que está subordinada, e bem paga para não divulgar atos desabonadores do desgoverno e de seus aliados), e que sejam difundidas, muitas e muitas vezes, as atividades duvidosas em que eles se envolveram ou estiveram envolvidos.
A internet é um bom veículo, se não o único, mas que divulgando aqueles fatos, diuturnamente, poderia sensibilizar ou pelo menos alertar a opinião pública e, quem sabe, um a um, os patifes se soltassem das “tetas” da Mãe – Pátria, e mergulhassem nas “profundezas”, e fossem substituídos por novos quadros, revigorados, e com um mínimo de vergonha e o firme propósito de cumprir com dignidade sua tarefa de governo ou de legislatura, os quais, pelo exemplo, poderiam dar um basta nos atuais “trânsfugas” que se assenhoraram da Nação.
Brasília, DF, 05 de julho de 2009
PS: Nos espaços o leitor poderá colocar o adjetivo que julgar adequado.

Um comentário:

Laguardia disse...

Concordo plenamente com tudo o que foi dito aqui.

Temos muito trabalho pela frente para abrir os olhos do povo. Através da internet, arriscando nossa integridade física ao participarmos das reuniões de associações de bairro, de sindicatos etc e abrindo a boca e denunciando.

Através de cartas para os jornais e revistas, através de cartas para os parlamentares.

Temos que chegar ao ponto de tomar as ruas em protesto contra este criminosos que ocupam o poder em nosso país.