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5 de jun de 2007

Caros amigos este pequeno apanhado da entrevista que Gerson Faria fez com o Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz é muito interessante e imagino que toca fundo nas mentes da maioria dos brasileiros No tema do homossexualismo estatal, qual a sua análise do Projeto d. Lei PLC 122/2006, que pretende punir como crime qualquer tipo de reprovação ao homossexualismo? Pe. Lodi: A abolição da família é uma meta exposta no Manifesto Comunista (1848). Ela deixaria de existir, os filhos seriam libertos da "tirania" dos pais, não se falaria mais de casamento nem de fidelidade conjugal. Todas essas "criações da sociedade capitalista" desapareceriam quando viesse a sociedade sem classes. Estamos sendo governados por um partido que ostenta em sua bandeira a mesma estrela de cinco pontas da antiga União Soviética, de Cuba e da China. A desintegração da família é uma das metas prioritárias para o Partido dos Trabalhadores. Ao escolher enaltecer e glorificar, não o adultério, mas justamente um vício contra a natureza (o homossexualismo), nosso governo demonstra o quanto deseja acabar com a estrutura familiar. Não assistimos a uma "marcha do orgulho adúltero", feita por homens ou mulheres que se gloriam de ter traído o próprio cônjuge. Assistimos a algo muito pior: a marcha daqueles que se orgulham por nem sequer respeitarem a complementaridade natural homem-mulher. Assistimos ao programa governamental "Brasil sem homofobia" investindo milhões para convencer os brasileiros de que o anti-natural deve ser encarado com naturalidade. E ainda presenciamos uma proposta legislativa (contida explicitamente no programa do segundo governo Lula) de incriminar os que ousarem reprovar a conduta homossexual. É preciso ressaltar que o absurdo do PLC 122/2006 está em querer dar direitos ao vício. O homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante conserva algum direito, conserva-o apesar de ser homossexual, e não por ser homossexual. O mesmo se pode dizer de qualquer outro vício. O bêbado, o adúltero, a prostituta... só têm direitos como pessoas, mas não por causa da embriaguez, do adultério ou da prostituição. O homossexual, por ter escolhido livremente esse vício, deve arcar com o ônus de sua opção. Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote. Nem pode querer impedir que, em uma homilia, um pregador reprove sua conduta. Não pode queixar-se de seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa. Não pode exigir que um juiz da infância lhe dê uma criança para adotar. Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar de seus bebês. Não pode forçar a população a tolerar seus atos de obscenidade praticados em público.
Ao contrário da imagem de “vítimas” que o governo tem projetado na mente do povo, os homossexuais militantes têm sido autores de graves perseguições religiosas. Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais. Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a “Lei de Orientação Sexual”, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar). Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo. No Brasil, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales, foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por seus artigos de jornal que criticavam suas condutas.
Imagine o que está para acontecer no Brasil se os homossexuais puderem pleitear, não apenas indenizações por “danos morais”, mas até uma condenação criminal (reclusão) para quem ousar criticá-los?Aceitar a pedofilia é consequência lógica necessária de quem aceita o homossexualismo. Aliás, não custa lembrar que, em 30 de julho de 1993, o Conselho Econômico e Social (ECOSOC) das Nações Unidas resolveu dar o “status” consultivo à Associação Internacional de Gays e Lésbicas (ILGA), uma organização que promovia e aceitava a pedofilia e considerava os pedófilos uma “minoria sexual” cujos direitos deveriam ser reconhecidos (cf. SCALA, Jorge. IPPF: a multinacional da morte. Anápolis: Múltipla, 2004, p. 270).
Recentemente, a mídia (com máscara) resolveu escolher a Igreja Católica como alvo, e a pedofilia como acusação. Na verdade, o problema central não é a pedofilia, mas o homossexualismo (a pedofilia é consequência), que vinha infestando os seminários. Não é à toa que o Santo Padre Bento XVI, sabiamente, decretou normas severas para a admissão de candidatos ao sacerdócio, a fim de evitar novos casos de homossexualidade no clero.
Nosso governo, ao glorificar o homossexualismo e ao defender a adoção de crianças por homossexuais (promessa explícita do segundo governo Lula), declarou guerra contra a inocência das crianças.
Embora sem este nome, já está lançado o programa “Brasil com pedofilia”. Não deverá faltar muito tempo para o governo querer exaltar a união carnal com animais (programa “Brasil com bestialidade”). Boa noite amigos

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