22 de nov de 2017

DESEMBARGADORA IGNOROU PRECEITOS LEGAIS E SOLTOU UM TRAFICANTE PERIGOSO, SO POR SER SEU FILHO

Traficante filho de desembargadora, finalmente volta para o xilindró




O cidadão Breno Fernando Solon Borges, filho da desembargadora do Tribunal de Justiça (TJ-MS) e presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) Tânia Garcia de Freitas Borges, preso em flagrante no dia 08 de abril deste ano com uma carga de 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização, finalmente foi novamente trancafiado na prisão.
Não fosse a denúncia deste Jornal da Cidade Online e de outros veículos de comunicação, além da forte repercussão nas redes sociais, que culminaram com reportagens no programa Fantástico, talvez o desfecho do caso tivesse sido outro.
A filiação privilegiada quase foi uma tábua de salvação para o rapaz.
Driblando dois mandados de prisão, os desembargadores do TJ-MS, colegas da mãe do suposto traficante, deram um jeito de tirá-lo da prisão, na época.
Sob a alegação de que Breno era portador de uma tal síndrome de Borderline, ele foi considerado doente e submetido a tratamento médico.
Nesta quarta-feira (22) a Polícia Federal efetuou a nova prisão de Breno, pondo fim a sua estadia numa luxuosa clinica em Atibaia (SP).
A atuação sinistra da mãe do rapaz, que pessoalmente compareceu ao presídio de Três Lagoas (MS) para soltá-lo, ignorando os procedimentos legais, dando a velha ‘carteirada’ para conseguir a liberação do filho,está sob análise do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A magistrada poderá ser punida severamente.

O GUERREIRO DOS COMUNAS VOLTA PARA A CADEIA E SEU MANDANTE CONTINUA SOLTO

JOSE DIRCEU CONTINUARA PRESO E LULA SOLTO


O Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou os embargos de declaração proposto pelo advogado Roberto Podval, que faz a defesa do meliante José Dirceu.

O julgamento foi realizado na manhã desta terça-feira (21).

Diante disso, sem mais recursos em 2ª instância, o petista terá que iniciar o cumprimento de sua pena de 27 anos de prisão.

O juiz Sérgio Moro deve determinar imediatamente que Dirceu seja recolhido ao xilindró.

Que ele vá dançar em outra freguesia...

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/7754/acabou-o-samba-e-dirceu-esta-de-volta-para-a-cadeia

18 de nov de 2017

ISTO E E VEJA, GOVERNO SERIO COMO BOLSONARO SERA , NAO PRECISARA PAGAR VOCES PARA MENTIREM. ESTAO PERDIDOS SIM!

Revista IstoÉ segue Veja e ataca candidatura Jair Bolsonaro

A IstoÉ segue o caminho daquela a quem imita, a Revista Veja, e também dedica uma capa para atacar a candidatura de Jair Bolsonaro. Em reportagem com direito a foto “diabólica” (a arte lembra um personagem de filme clássico de terror), a revista extrapola os piores clichês usados pela esquerda e demais inimigos da candidatura de Jair Bolsonaro para apresentá-lo a seu público. O fato é que a IstoÉ não tem público!
Salva de dívidas por Lula em uma negociação que garantiu o apoio por muitos anos (leiam o texto de uma coluna de Diogo Mainardi de 2016, reproduzida recentemente no site O Antagonista), a revista pode ser acessada gratuitamente por qualquer pessoa. Entre 2005 e 2006 a palavra Mensalão nunca esteve em nenhuma capa. Após Aécio Neves montar uma poderosa engenharia financeira que, na cabeça dele, faria frente à máquina petista e o levaria à presidência, coincidentemente a IstoÉ virou crítica do governo Dilma e ataca os aliados de tantos anos. Não houve porém um escândalo sequer envolvendo Aécio Neves que não tenha sido reportado em suas páginas como “abuso dos investigadores”, armação do PT ou de Janot. O mesmo vale para o governo de Michel Temer. Relembrem algumas capas que mostram os momentos distintos da publicação que não precisa de leitores/consumidores:
Como aconteceu nos ataques anteriores de grandes publicações à candidatura de Bolsonaro, esta também deve fortalecer as convicções de um grande público que não confia em nossa imprensa com quase a mesma intensidade que desconfia dos políticos.
>> Sobre o encontro de Lula com o dono da IstoÉ para sanar as dívidas da revista:
“Fim de agosto. Base aérea de Congonhas. Lula se encontra com Domingo Alzugaray, dono da IstoÉ. O encontro está fora da agenda presidencial. Alzugaray se lamenta dos problemas financeiros da revista. Lula pergunta como pode ajudá-lo. Alzugaray sugere o pagamento imediato de uma série de encartes encomendados pela Petrobras. Valor total: 13 milhões de reais. Lula promete se interessar pelo assunto. Duas semanas depois, a IstoÉ publica a matéria de capa com os Vedoin, incriminando os opositores de Lula. Quem relatou o encontro confidencial entre Lula e Alzugaray foi o editor da sucursal brasiliense da IstoÉ, Mino Pedrosa. E quem o relatou a mim foi o PFL. Creio que seja verdade. Creio em tudo o que contam de ruim a respeito de Lula. O que posso garantir é que a imprensa lulista funciona assim mesmo. O presidente manda. O jornalista publica. O contribuinte paga.”
Agora conto o fato inédito, que só me foi repassado sete anos mais tarde.
Durante a Operação Monte Carlo, a PF apreendeu um vídeo realizado por um araponga dois dias depois da publicação daquele meu artigo. Nele, o jornalista da IstoÉ, Mino Pedrosa, comentava minha coluna e confirmava o encontro entre Lula e o dono da revista.
Cito o relatório da PF:
“MINO mostra-se preocupado com seu futuro na ISTOÉ em função de um texto publicado na VEJA por DIOGO MAINARDI sobre um encontro entre o dono da ISTOÉ e o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este encontro teria sido viabilizado por MINO, segundo ele próprio confidencia”.
Dois meses depois do encontro entre Lula e o dono da IstoÉ, a CPI dos Sanguessugas revelou que o chefe dos aloprados, Hamilton Lacerda, trocara dezenas de telefonemas com o diretor de Marketing da Petrobras, Wilson Santarosa.
Na época, escrevi o seguinte:
‘Analisando os telefonemas de Hamilton Lacerda, descobri que ele recebeu também chamadas do celular de Dudu Godoy. Dudu Godoy é um dos sócios da Quê, agência de propaganda que atende a Petrobras. Ele foi um dos marqueteiros da campanha de Lula, em 1998, e fez carreira em Campinas, assim como Wilson Santarosa, que presidiu o sindicato dos petroleiros local. De maio a setembro de 2006, a IstoÉ veiculou 58 páginas de anúncios da Petrobras. Pelos dados do Ibope Monitor, foram 2,6 milhões de reais investidos pela estatal na revista. Carta Capital lucrou ainda mais, proporcionalmente à sua tiragem. Foram 789.000 reais’.”

11 de nov de 2017

VOTAR EM BOLSONARO E SE LIVRAR PARA SEMPRE DAS ESQUERDAS DESTRUIDORAS

 Por que o sistema político, a mídia e os poderosos odeiam Jair Bolsonaro?

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Bom, acontece que há décadas o Brasil é governado pela esquerda, ora mais light (PSDB), ora mais radical (PT) sempre apoiados pelos partidos “prostitutas” (pagou, levou) do jogo político. A “briga” entre PT e PSDB é falsa, tanto é verdade que na eleição presidencial de 2010, ano que Serra era o candidato tucano, Lula comemorou o fato de não haver candidato de “direita” no pleito. PSDB e PT são tão “inimigos” que o FHC foi depor A FAVOR de Lula em um processo da lava-jato.
Logo, PT, PSDB só querem a mesma coisa: o poder! Os demais partidos políticos só querem a mesma coisa: cargos e ministérios! 
Jair Messias Bolsonaro surge nesse cenário como a terceira via porque não está comprometido com ideais do PT, nem do PSDB, nem de Partido nenhum. Viu na eleição da câmara? Bolsonaro teve 4 votos só e isso mostra que ele não tem nada em comum com ninguém. Bolsonaro é o ÚNICO candidato realmente de direita que tem ideais como estado mínimo, livre mercado, leis duras entre outras que são política aplicadas nos países de primeiro mundo. Bolsonaro só conta com o apoio popular. 
Antes, trataram ele como uma piada, como fizeram com o Trump nos EUA, agora, vendo como ele é bem recepcionado onde vai e até uma pesquisa no site do PT ele ganhou, estão desesperados e por isso PT, PSDB e outros partidos veem uma chance real de perderem aquilo que mais apreciam: o poder! Com medo de perderem feio, tentam desconstruir Bolsonaro como fizeram com o Enéas, que chegou a ficar em 3ª lugar em uma eleição presidencial… 
Votar no Bolsonaro é dar uma chance ao Brasil para ser grande e se livrar do ideal retrógrado do esquerdista. É por isso que o sistema político, a mídia globalista e os poderosos odeiam tanto Jair Messias Bolsonaro. 

10 de nov de 2017

DOIS RACISTAS GRAVARAM IMAGENS DE WILLIAM WAACK , POR ODIO?


Diego Rocha Pereira e Robson Ramos (Reprodução/Instagram)

Dois jovens negros afirmam ter copiado e vazado o vídeo no qual o apresentador William Waack diz ofensas racistas.
O operador de TV Diego Rocha Pereira era funcionário da emissora até janeiro deste ano. Ele conta que, ao ver o que Waack disse em um monitor, nos bastidores da emissora, decidiu gravar a imagem com um celular. Pereira a compartilhou com o amigo Robson Ramos, que ajudou a compartilhar o vídeo em grupos de WhatsApp. Na terça-feira, as imagens caíram em um grupo de editores de TV. Às 14h28 da quarta, entrou no Twitter pela primeira vez e, de lá, se espalhou em grande velocidade. À noite, a Globo anunciou que o jornalista seria afastado da bancada do Jornal da Globo.
“Quando vi William Waack falando aquela frase, não acreditei”, diz Pereira. “Achei muita sacanagem o cara falar uma besteira dessas e sair impune”, revolta-se. “Agora, espero apenas uma retratação dele, por todo o povo brasileiro, pois somos uma nação miscigenada e todo mundo aqui tem alguma raiz negra”.
Na cena, Waack estava em frente à Casa Branca, em Washington, ao lado do convidado Paulo Sotero. Quando ouve buzinas, comenta: “Tá buzinando por que, seu m… do c…? Você é um… Não vou nem falar, eu sei quem é… É preto, é coisa de preto”.
Vazamento
Além de dividirem um apartamento, Robson e Diego organizam juntos uma festa de cultura afrobrasileira na Vila Madalena, em São Paulo. Ainda não sabem se terão que lidar com alguma questão jurídica por causa do vazamento. Mas não culpam a Globo pelo ocorrido. “Ao mesmo tempo que tem o Waack, lá trabalha a Maju, que tem seu espaço e faz seu trabalho muito bem.”

http://veja.abril.com.br/entretenimento/jovens-dizem-ter-vazado-video-de-william-waack/

8 de nov de 2017

PARA GILMAR MENDES, AMEACAS DE SERGIO CABRAL AO JUIZ BRETAS NAO SAO "NADA DEMAIS"

O juiz federal Marcelo Bretas, que autorizou a prisao de Sergio Cabral
Juiz Federal Dr. Marcelo Bretas
O juiz Marcelo Bretas ironizou durante audiência nesta quarta-feira (8) a polêmica sobre a suposta ameaça feita a ele pelo ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). Em tom jocoso, disse que intimidações precisam ser feitas com "firma reconhecida" para serem entendidas como tal.
A declaração foi feita uma semana após o ministro Gilmar Mendes relativizar as declarações do peemedebista ao magistrado durante interrogatório. Por não considerá-la uma ameaça, o ministro impediu a transferência do ex-governador a um presídio federal determinada por Bretas.
O comentário de Bretas nesta quarta foi feito durante depoimento do ex-subsecretário de Saúde César Romero, delator do esquema de propina na Secretaria de Saúde da gestão Cabral. Ele relatou que o ex-secretário Sérgio Côrtes fora ameaçado quando ocupou a diretoria do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), quando recebeu um jaleco com uma gravata amarrada no pescoço.
"Ah, mas essas coisas não são ameaça. Ameaça tem que vir com firma reconhecida e do cartório", comentou Bretas, para risos dos presentes na audiência.

'NADA DEMAIS'

Mendes deferiu a liminar da defesa de Cabral para impedir a transferência por entender que a fala do ex-governador foi "nada demais".
"Eu vi o vídeo, examinei todas as questões e não me convenci disso [de que houve ameaças]. Pelo contrário, é um diálogo talvez um pouco ríspido entre o ex-governador e o juiz, mas nada demais", afirmou.
O ex-governador prestava depoimento na ação penal em que é acusado de comprar R$ 4,5 milhões na H. Stern para lavar dinheiro de propina. O peemedebista afirmou que seria "burrice" branquear recursos desta forma porque as peças perdem valor assim que saem das lojas.
Neste momento, Cabral mencionou a família de Bretas.
"Vossa Excelência tem um relativo conhecimento sobre o assunto porque sua família mexe com bijuterias. Se não me engano, é a maior empresa de bijuteria do Estado", afirmou.
Na audiência, Bretas disse que poderia considerar a menção à família uma "ameaça".
"Não recebi com bons olhos o interesse manifestado pelo acusado de informar que minha família trabalha com bijuteria. É a típica coisa que pode ser entendida subliminarmente como ameaça", disse o magistrado.
"Ameaça? Estou preso", respondeu Cabral, ainda na audiência, ao ouvir o comentário.

AMEAÇA AO DELATOR

Romero relatou ter sido alvo de ameaça em duas oportunidades após ter se tornado delator do suposto esquema de propina na saúde.
Ele disse que uma barra de ferro foi arremessada por um outro automóvel na via Dutra. O ex-subsecretário disse também que recebeu ameaça por telefone de seu escritório de advocacia.
"Ligaram de um orelhão dizendo para tomar cuidado para o que eu fosse falar porque um dia que saísse do escritório iriam me encher de tiros", disse ele. O caso está sob investigação da Polícia Federal.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/11/1933751-bretas-ironiza-polemica-sobre-suposta-ameaca-de-cabral.shtml

6 de nov de 2017

PAULINHO DA FORCA ESTA LOUCO POR UM NOVO IMPOSTO, VOCE VAI DAR MOLEZA PARA ESSE BANDIDO?

Imposto sindical deve ser recriado por projeto

Paulinho esta desesperado para enfiar outro IMPOSTO SINDICAL  guela abaixo dos trabalhadores





O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, desistiu de cobrar do presidente Michel Temer a edição de medida provisória para recriar o imposto sindical, extinto com a reforma trabalhista. Temer tinha prometido às centrais que enviaria ao Congresso uma MP para manter, por cinco anos, a principal fonte de renda dos sindicatos em troca de apoio na 2.ª denúncia. Mas, diante da demora, o deputado negocia com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a votação em regime de urgência de projeto para instituir o novo tributo.
Jabuti. O novo imposto sindical será incluído num projeto sem relação com o tema, mas que estiver pronto para ser votado no plenário da Câmara. Com isso, a pauta NAO será debatida pelas comissões temáticas. (muita atencao nesta ARMADILHA)
Caminho. Uma emenda ao projeto irá definir que os sindicatos terão que aprovar em assembleias se poderão ou não cobrar o imposto sindical. Quem receber o aval terá o direito de arrecadar da categoria beneficiada pelos acordos coletivos, filiados ou não.

Twitter: @colunadoestadao
Facebook: facebook.com/colunadoestadao

2 de nov de 2017

E ISSO MICHEL TEMER, NAO OUCA OS SERVICAIS DO CRIME MAS OS QUE PEDEM SO JUSTICA

Michel Temer tem sido mais eficiente que seus antecessores petistas porque governa com o Congresso, e não comprando o Congresso
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A oposição ao governo de Michel Temer costuma acusar o presidente de “comprar” o apoio de partidos e parlamentares com verbas e cargos, já que, com baixa popularidade, não conseguiria governar de outra forma. Teria sido assim, segundo essa acusação, que Temer obteve os votos necessários na Câmara para escapar das denúncias de corrupção.
Tal versão procura caracterizar o governo de Temer como essencialmente dependente do fisiologismo do Congresso – dependência que, conforme dizem os opositores, faz o presidente gastar mais com deputados corruptos do que com as necessidades do País. “O Temer gastou R$ 14 bilhões comprando deputado”, disse o chefão petista Lula da Silva, referindo-se à votação da primeira das duas denúncias contra o presidente, dando o tom das críticas ao governo. O ex-presidente acrescentou que Temer gastaria “mais R$ 12 bilhões” e com todo esse dinheiro “daria para resolver o problema da educação”. E arrematou: “O que é melhor para o País? Investir em educação ou gastar com deputado para votar?”.
A bravata de Lula é obviamente simplista, como costuma acontecer em discursos políticos, particularmente nos pronunciamentos do ex-presidente, que nunca desceu do palanque. Apesar disso, não foi preciso muito esforço dos petistas para disseminar a ideia de que o governo Temer só continua de pé porque apelou para o mais rasteiro toma lá dá cá, em proporção jamais vista na história do País, e que está “enfraquecido” diante de uma presumida “inflação” no custo dos deputados em troca de apoio daqui para a frente.
O problema dessa versão é que ela é falsa. O custo da governança de Temer – isto é, o quanto o presidente precisa gastar, em verbas e cargos, para obter os votos necessários para aprovar os projetos de interesse do Executivo ou impedir ações da oposição – foi até aqui muito mais baixo do que o de Lula e de Dilma Rousseff. Foi a conclusão a que chegou o cientista político Carlos Pereira, professor da Fundação Getúlio Vargas, que ajudou a desenvolver um método para mensurar a eficiência do governo na sua relação com o Congresso. Carlos Pereira expôs os resultados de seu estudo em artigo na Folha de S.Paulo.
A medida é composta pela quantidade de Ministérios disponíveis, pelos recursos que o governo aloca entre os Ministérios que acomodam integrantes da coalizão e pelo valor das emendas dos parlamentares ao Orçamento que o presidente libera. O resultado é um Índice de Custos de Governo (ICG), de zero a 100 pontos. O governo de Michel Temer, até aqui, teve média de 15,4 pontos, o nível mais baixo da série histórica proposta por Carlos Pereira. Com Dilma Rousseff, o ICG médio foi de 58 pontos no segundo mandato e de 88,1 pontos no primeiro. Já Lula – aquele que se queixa de que Temer gasta mais com deputados do que com educação – chegou a 90,6 pontos no primeiro mandato e a 95,2 pontos no segundo.
Apesar dos custos de governança muito mais baixos que os de seus antecessores, Temer conseguiu aprovar projetos impopulares e controvertidos, como o teto dos gastos, a reforma trabalhista, a mudança do marco regulatório do petróleo e a reforma do ensino médio. E tudo isso em meio a uma incessante barragem de denúncias de escândalos e acusações diversas.

O segredo, conforme concluiu Carlos Pereira, é que Temer gerencia melhor a coalizão que sustenta seu governo. Em seu estudo, ele mostra que Lula e Dilma privilegiaram o PT na divisão dos recursos disponíveis, ao passo que Temer, além de gastar menos, concedeu mais recursos para os integrantes da coalizão do que para seu partido, o PMDB. Além disso, Temer montou uma coalizão com perfil ideológico razoavelmente homogêneo, ao passo que as coalizões nos governos petistas foram marcadas pela heterogeneidade – e é mais caro manter o apoio de partidos que só se juntaram ao governo em razão das verbas e dos cargos prometidos. Por fim, na divisão dos cargos, Temer compartilha mais o poder com os aliados do que Lula e Dilma fizeram em sua época.
De tudo isso se conclui que Temer, em situação bem mais adversa, tem sido mais eficiente que seus antecessores petistas, porque governa com o Congresso, e não comprando o Congresso.